Curso: Cultivando o convívio entre as gerações na família, no trabalho e na sociedade: experiências intergeracionais no Brasil e no Exterior

R$ 199,00

Pagamento: Boleto bancário ou Cartão de Crédito

 

DESCONTOS:

10% para depósito bancário

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30% para alunos e ex-alunos do Fragilidades na Velhice

30% para ex-alunos de cursos do Espaço Longeviver

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Datas:

Sábado:

30/11 – 9h30 às 18h30

 

Carga horária: 8 horas

 

No mundo contemporâneo chama nossa atenção o distanciamento físico e afetivo entre as gerações. Na correria do dia a dia pouco tempo sobra para a conversa entre pais e filhos ou entre avós e netos. Vivemos um momento histórico no qual imperam valores que conduzem à competição, ao individualismo e ao consumismo. Como consequência desse modo de viver perde-se a riqueza das trocas de experiências entre velhos e moços na família, na escola, na empresa e nos demais espaços sociais. Por isso, de alguns anos para cá, os programas intergeracionais tem se multiplicado em inúmeros países, incluindo o Brasil, buscando fomentar a coeducação e a solidariedade entre pessoas de diferentes idades.

 

Objetivos

  • Construir estratégias para fomentar o diálogo entre as gerações na família, na escola, no trabalho e na comunidade, a partir de interesses comuns. 
  • Explorar a potencialidade do trabalho voluntário, da militância social e política, assim como das atividades culturais e de lazer em instituições de educação formal e não formal para aproximar as gerações e estimula-las a operar rumo a uma sociedade mais solidária.
  • Fomentar a troca de experiências entre jovens e velhos, isto é, incentivar a coeducação entre as gerações.

 

Conteúdo Programático

  • As relações sociais na sociedade contemporânea
  • As relações entre gerações nas sociedades do passado.
  • O comportamento das gerações na modernidade.
  • O impacto do aumento da longevidade na família e na sociedade.
  • As relações entre pais e filhos e entre avós e netos.
  • O preconceito etário e o conflito de gerações.
  • Conceito, tipologia, objetivos e métodos dos Programas Intergeracionais na Europa, Estados Unidos e América Latina.
  • Experiências brasileiras e estrangeiras exitosas no campo intergeracional. 
  • O campo intergeracional: políticas, práticas e pesquisas.
  • Programas Intergeracionais nas instituições culturais e de lazer e nas empresas públicas e privadas.
  • Políticas Públicas no Brasil para a integração entre as gerações
  • Planejamento, gestão e avaliação de Programas Intergeracionais.

 

 

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Categoria:

Descrição

No mundo contemporâneo chama nossa atenção o distanciamento físico e afetivo entre as gerações. Na correria do dia a dia pouco tempo sobra para a conversa entre pais e filhos ou entre avós e netos. Vivemos um momento histórico no qual imperam valores que conduzem à competição, ao individualismo e ao consumismo. Como consequência desse modo de viver perde-se a riqueza das trocas de experiências entre velhos e moços na família, na escola, na empresa e nos demais espaços sociais. Por isso, de alguns anos para cá, os programas intergeracionais tem se multiplicado em inúmeros países, incluindo o Brasil, buscando fomentar a coeducação e a solidariedade entre pessoas de diferentes idades. 

A compreensão sobre a atual situação das relações entre as gerações e o assim chamado preconceito etário, passa por um exame do comportamento de jovens e velhos dos séculos mais recentes para cá, destacando alguns momentos históricos mais representativos. Por exemplo, segundo o historiador Philippe Ariès, durante a Idade Média, não havia uma noção clara de infância e tampouco das etapas do ciclo vital, crianças e adultos misturavam-se no ambiente do trabalho e nas festas da comunidade. Em outro momento interessante para a história das gerações testemunhamos na década de 1960 a eclosão das rebeliões juvenis em várias partes do mundo, concretizadas nas comunidades hippies e nos movimentos estudantis na Europa e nas Américas. Nesse período o tema do conflito de geração envolveu intensamente educadores, psicólogos, sociólogos e outros especialistas. Para entendermos melhor tais relações é importante nos interrogarmos a respeito do significado da idade em nossa cultura e quais as expectativas que temos da infância, da adolescência e da maturidade.

Igualmente é preciso refletir sobre nossa percepção da passagem do tempo. Entre nós, quando perguntada sobre que idade tem, uma criança de 3 anos de idade é capaz de nos responder com seus dedinhos. Porém, em certas comunidades indígenas e africanas nem os adultos fazem ideia de há quantos anos estão vivendo e, o mais curioso, isso não lhes faz diferença alguma. Afinal, o que significa ser criança, adolescente ou idoso? Portanto, além das contextualizações sociológicas e políticas do fenômeno geracional, podemos fazer um mergulho em nossa subjetividade para analisarmos como nos sentíamos quando éramos mais jovens e como nos sentimos agora com a idade que temos. 

 

Objetivos

  • Construir estratégias para fomentar o diálogo entre as gerações na família, na escola, no trabalho e na comunidade, a partir de interesses comuns. 
  • Explorar a potencialidade do trabalho voluntário, da militância social e política, assim como das atividades culturais e de lazer em instituições de educação formal e não formal para aproximar as gerações e estimula-las a operar rumo a uma sociedade mais solidária.
  • Fomentar a troca de experiências entre jovens e velhos, isto é, incentivar a coeducação entre as gerações.

 

Docente

José Carlos Ferrigno

Psicólogo. Doutor em Psicologia Social pela Universidade de São Paulo. Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia e pela Universidade de Barcelona. Especialista em Programas Intergeracionais pela Universidade de Granada. Professor dos cursos de especialização em Gerontologia do Hospital Albert Einstein. Consultor para programas de preparação para a aposentadoria e de programas intergeracionais. Autor de artigos sobre aspectos psicológicos do envelhecimento e relações intergeracionais na família e na sociedade. Autor dos livros “Coeducação entre Gerações” e “Conflito e Cooperação entre Gerações”. Ex-assessor e pesquisador da Gerência de Estudos e Programas da Terceira Idade do SESC SP, onde exerceu também os cargos de Coordenador do Programa SESC Gerações e de Editor da Revista A Terceira Idade.

 

Público alvo

Profissionais que direta ou indiretamente trabalham ou tem a intenção de trabalhar com grupos intergeracionais em projetos que envolvam atividades culturais, de lazer socioeducativo ou voluntariado. Profissionais que pretendam aperfeiçoar a qualidade dos vínculos e a produtividade entre trabalhadores jovens e maduros de empresas e instituições públicas e privadas. E pessoas, de modo geral, motivadas em qualificar suas relações com seus próprios familiares, amigos e colegas de trabalho das mais diversas idades.

 

Metodologia 

Aula expositiva e dialogada sobre as relações intergeracionais na sociedade atual a partir de observações do cotidiano e de experiências institucionais brasileiras e estrangeiras, assim como a projeção de diferentes cenários sobre o futuro das gerações.

 

Vagas
Máxima: 15 pessoas

 

Certificado será encaminhado após a conclusão do curso

 

Local:

Espaço Longeviver: Avenida Pedro Severino Junior, 366 – Sala 166 – Vila Guarani

Próximo ao metrô Conceição – linha azul

 

Contato

cursos@portaldoenvelhecimento.com.br

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