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Habitação e Cidade para o Envelhecimento Digno

R$ 79,90 R$ 59,90

Este livro é um trabalho coletivo que oferece aos leitores um panorama diversificado, com temáticas que ilustram os desafios relacionados à habitação digna na velhice em meio urbano. Abarca questões inéditas ou pouco presentes na literatura brasileira, tais como cidades acessíveis e caminháveis, moradias assistidas, condomínios, co-lares, centros de acolhida, instituições de longa permanência e centros-dia, sempre em relação à velhice e ao envelhecimento. Engloba reflexões de âmbito mais geral mas, também, estudos específicos sobre determinado bairro ou local. O conjunto da obra ganha relevância no cenário de envelhecimento populacional. Os artigos apresentados conjugam saberes de diversas áreas, tais como a Arquitetura, o Urbanismo, o Direito e as Ciências da Saúde, propondo-se a um diálogo no campo da Gerontologia, em vistas à promoção da qualidade de vida e do envelhecimento com dignidade.

Os textos desta coletânea serviram como base para o III Congresso Internacional de Gerontologia promovido pela USP-Leste (EACH) e foram coordenados pelas professoras Maria Luisa T. Bestetti e Bibiana Graeff, professoras da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo (USP), ligadas a graduação e pós-gradução em Gerontologia.

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Labirintos da Memória: quem sou?

R$ 59,90 R$ 39,90

A origem da palavra Memória remete à mitologia greco-romana e à deusa Mnemósine, personificação da memória ou lembrança, filha do Céu e da Terra, irmã de Cronos – o deus que preside o tempo – e mãe das Musas que com ela regiam as artes e todas as formas de expressão, especialmente a poesia.

Vemos, nessa perspectiva, uma articulação importante que permeia e amplia o tema, entre memória, tempo e narrativa, como arte de expressão. Assim, verificamos que desde os tempos mitológicos, passando por filósofos como Platão, Aristóteles, Santo Agostinho, entre muitos outros, até hoje o tema Memória, e os termos que dele se desdobram, têm sido objeto de reflexão também da filosofia, das religiões e da linguística, como arte narrativa. Se pensarmos no amplo tema – Tempo –, intrinsecamente ligado à Memória, podemos também incluir a física, a história, a antropologia, entre outras ciências.

Se a mitologia explica de forma poética a origem e o significado da memória, se ao longo do tempo a filosofia e outras ciências indagam sobre sua condição e sentido para o Homem, podemos verificar que abordar o tema requer uma abertura do pensamento em uma perspectiva interdisciplinar.

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O Alemão Veio nos Visitar: acolhendo o visitante indesejado

R$ 69,90 R$ 49,90

Ao ler O Alemão Veio nos Visitar, deparei-me com uma obra fantástica de ressignificação da dor inicial quando a autora se debatia com a confirmação do diagnóstico de Alzheimer de sua mãe.

Leitura leve, hilária em muitos momentos, que me fizeram dar gargalhadas demoradas, mas com profunda consciência e indignação em muitos dos relatos; do quanto nossa sociedade está despreparada para lidar com o envelhecimento humano em si, e menos ainda com idosos frágeis e vulneráveis por serem portadores de síndromes demenciais. Sua visão de quanto o sistema de saúde pode ser um sério complicador e fator de estresse e sofrimento para pacientes e familiares nos faz refletir seriamente do quanto ainda engatinhamos na gestão de portadores, cuidadores e familiares da Doença de Alzheimer e síndromes similares.

De filha assustada a filha mergulhada e envolvida, que usou de seus dons infusos do amor filial, e dos dotes de sua vocação de engenheira, surge uma bela lição de vida e um testemunho de sofrimento levado com humor, inteligência e criatividade, que creio será um forte aliado para profissionais, familiares e cuidadores que se envolvam na leitura deste livro.

As palavras acima são do geriatra baiano dr. Adriano Gordilho, estudioso da Doença de Alzheimer. Ele acompanha dona Detinha há mais de 16 anos e pesquisa o fenômeno com atenção, pois, depois do diagnóstico, os pacientes vivem em média dez anos e de forma bastante precária. Detinha, no entanto, além de continuar bem viva, ainda apresenta alguma autonomia e interage com alguns profissionais, especialmente com a autora, Rosana Leal, filha e principal cuidadora.

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O Envelhecimento Ativo e seus Fundamentos

R$ 89,90 R$ 69,90

Esta coletânea – que resulta de investigações realizadas no Programa de Estudos Pós-Graduados em Gerontologia, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – reúne artigos que tratam dos quatro fundamentos do conceito de atividade na atual Política de Envelhecimento Ativo: saúde, participação, segurança/proteção e aprendizagem ao longo da vida.

São 19 artigos distribuídos em aproximadamente 600 páginas. Todos abordam a necessidade de se discutir de que modo a conquista da longevidade pode se traduzir como uma experiência positiva tanto para os sujeitos, quanto para as sociedades nas quais eles vivem. O foco se dirige não só para os obstáculos a serem enfrentados, como também para as oportunidades oferecidas para que a vida na velhice seja vivida com dignidade.

A Política de Envelhecimento Ativo reconhece a necessidade de, e recomenda a, otimização de oportunidades para fomentar bem-estar físico, psicológico e social. Isso porque entende que elas são primordiais numa sociedade que dá valor à vida em qualquer idade. Investigar o seu alcance na dinâmica da sociedade brasileira é um desafio que está em consonância com o compromisso de um Programa de Pós-Graduação cuja área de concentração é a Gerontologia Social, como é o caso da PUCSP.

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Vulnerabilidade Humana e Envelhecimento: o que temos a ver com isso

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Na apresentação, Jarbas Vasconcelos declara: “A obra possui uma linguagem clara e objetiva, que mescla uma narração de cunho histórico com uma visão contemporânea sobre o direito humano à “velhice”.

Ao me questionar sobre as diversas “vulnerabilidades” a que estamos sujeitos, fui instigado, com as páginas do presente estudo, a perceber que nesse mundo de complexas relações de disputa e poder, somos e/ou seremos, em algum momento de nossas vivências, Todos Vulneráveis.

Esta é uma obra singular, produto de uma pesquisa que buscou investigar as inúmeras rupturas (vulnerabilidades) presentes no panorama social, mas focalizando um grupo social específico: os idosos. A autora transcende o campo teórico-conceitual e se debruça pelas vivências e inquietações dos idosos, verficando a situação especial que circunda o fenômeno do “envelhecimento”.

O livro trata dos componentes do conceito “vulnerabilidade” e “Direitos Humanos”, uma vez que o Direito transita entre caminhos de proteção e promoção, reconhecimento e redistribuição, prevenção e reparação, deveres estatais e deveres pessoais.

Aborda o surgimento do ramo Direito do Idoso e como as particularidades dessa parcela da população demandam atuações diferenciadas. Mostra o desafio de conjugar ser e dever ser, fragilidade e força, proteção e promoção, tutela e autonomia, abstração legal e concretude de feridas expostas, diferenciação e privilégios.