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O Cuidador do Idoso em ILPI 252p

R$ 49,90

Esta obra constitui o resultado de uma inquietação construída ao longo de anos de vivência junto a idosos institucionalizados, resultando em transformações significativas na vida da autora. Margherita de Cassia Mizan trabalhou 14 anos em uma ILPI (Instituição de Longa Permanência para Idosos) e segue, como autônoma, atendendo este público fragilizado, totalizando mais de 20 anos de interação com idosos e cuidadores. O livro é baseado na sua dissertação de mestrado, defendida na PUCSP, e na sua experiência prática e teórica como psicóloga e professora convidada das especializações em Gerontologia e Cuidados Paliativos do Hospital Israelita Albert Einstein.

 

O aumento da população idosa trouxe consigo a longevidade e, por conseguinte, necessidades específicas e essenciais para que esta população tenha uma sobrevivência digna. Ficar mais velho, longevo, para alguns indivíduos pode significar a impossibilidade de autogestão, gerando uma dependência frente a terceiros. É possível perceber diferentes velhices que se apresentam, sendo aquela com dependência o ponto central desta obra. As formas de existência com dependência necessitam de dispositivos de apoio que garantam uma existência satisfatória até o perecimento; o cuidador de idosos pode ser considerado um desses dispositivos, assim como as Instituições de Longa Permanência para Idosos – ILPIs.

 

Este trabalho elegeu como cenário a ILPI e, como um de seus atores, o cuidador de idoso. Busca-se, então, explorar a relação que se estabelece entre o idoso e seu cuidador, os aspectos subjetivos desta relação, haja vista ser precisamente este profissional que garante, através dos cuidados básicos, a manutenção de uma vida digna e com qualidade para os idosos que residem em uma ILPI, produzindo uma delicada e essencial relação de cuidado.

O Envelhecer Diante da Ameaça de Morte e do Desejo de Vida 204p

R$ 39,90

Ao nos vermos diante da morte e ao mesmo tempo desejando a vida, nos deparamos com o silêncio do Divino. Chamamos, mas ninguém responde. É quando nos percebemos finitos, com nossos respectivos prazos de validade prontos para, a qualquer momento, expirar.

Luciana Mussi, doutora em Psicologia Social pela PUCSP, apresenta esta reflexão no seu novo livro: O Envelhecer Diante da Ameaça de Morte e do Desejo de Vida: uma reflexão Bergmaniana. O livro mergulha no documentário A Ilha de Bergman, no qual o diretor, Ingmar Bergman, aos 88 anos, revê sua vida e reflete sobre os mais de 60 anos dedicados ao cinema.

A autora recorre também às reflexões do filósofo romana Cícero sobre o envelhecer e a trajetória de transformação da deusa grega Deméter para questionar se o remédio para as dores da vida sentidas na velhice particular de cada um seriam suas lembranças.

Quem curte cinema, estuda e se preocupa com o envelhecer, encontrará neste livro uma leitura leve, agradável, intimista e profunda, pois o cinema, entre todas as artes, de acordo com o filósofo francês Edgar Morin, é a que mais se aproxima da experiência humana e de suas questões existenciais como vida e morte.

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O Governador do Fim do Mundo 440p

R$ 54,90

Porto Alegre, por trás de sua fundação existe uma grande história de amor e uma luta feroz para expulsar os invasores espanhóis. Sinval Medina, escritor gaúcho, neste romance histórico conta como José Marcelino se sai vitorioso ao fazer de Porto Alegre dos Casais a sede da província – que estava em Viamão desde que os invasores tomaram a capital, Rio Grande – e como expulsa os espanhóis com a ajuda do líder dos tropeiros, o gaúcho Pinto Bandeira.

Em 1765, um jovem capitão de cavalaria vindo de Lisboa chega ao Rio de Janeiro. Na agora capital do Vice Reino (título pertencente, até 1763, a São Salvador da Bahia) ele permanece por alguns dias à espera do que lhe reserva o destino. Teme pelo futuro, já que foi transferido do reino por motivos disciplinares. Ao ser chamado à presença do Vice-Rei Conde da Cunha, representante máximo da Coroa no Brasil, recebe duas notícias, uma boa, outra nem tanto. A boa é que acaba de ser promovido a coronel. A má é que foi nomeado comandante de armas da Capitania de São Pedro do Rio Grande do Sul, que o Vice-Rei define, sem meias palavras, como “o fim do mundo”.

De fato, a rica e despovoada terra de ninguém que se estende da vila da Capitania de Santa Catarina às margens do Rio da Prata, um território três vezes maior do que Portugal continental, continua sendo objeto de disputa entre as coroas ibéricas. A Capitania de São Pedro do Rio Grande, criada em 1760 e diretamente subordinada ao governo central, permanece, em grande parte, ocupada pelos espanhóis. A vila e o porto de Rio Grande, capital do território, está nas mãos dos invasores. O governo foi transferido às pressas para o povoado de Viamão. Com o inimigo às portas, a população vive um clima de pavor. A administração está completamente desorganizada. As defesas se mostram incapazes de resistir a um novo ataque inimigo. Esse é o “fim do mundo” no qual o jovem oficial português vai desempenhar suas novas atribuições.

O governador José Custódio de Sá e Faria, que assumiu a função em 1764, após o desastre do ano anterior quando se deu a invasão, recebe com simpatia o novo colaborador. Juntos começam o hercúleo trabalho de reconquistar a província que ameaça se desprender do Brasil. É nessa perigosa conjuntura que “O Governador do Fim do Mundo” vive suas aventuras e desventuras ao longo de um exílio de quase vinte anos no Brasil.

Tantos são os reveses, sucessos e peripécias que envolvem sua misteriosa trajetória que o homem de carne e osso poderia ser confundido com um personagem de folhetim. Mas seu legado é real e marcante na formação do Rio Grande do Sul. Além da reconquista do território, primeiro como comandante de armas, depois como governador, o oficial português terá papel decisivo na fundação da freguesia de Nossa Senhora da Madre de Deus de Porto Alegre, que se transformaria, durante seu período governativo, na capital da Capitania do Rio Grande de São Pedro.

Capítulo grátis de degustação: https://edicoes.portaldoenvelhecimento.com.br/produto/o-governador-do-fim-do-mundo-degustacao/

Sexualidade e Longevidade: A Essência da Maturidade 428p

R$ 54,90

Este livro está dividido em duas partes, uma teórica, que discute a sexualidade na velhice a partir de um contexto histórico-cultural, e outra que são os relatos obtidos na prática terapêutica do autor/psicólogo que servem como exemplos/modelos a serem perseguidos e trabalhados por todos os profissionais e familiares que lidam com idosos desejosos de realizações sexuais.

A sexualidade não se restringi apenas ao funcionamento fisiológico do corpo, neste livro ela é compreendida em seu aspecto amplo, como uma experiência que dá sentido e significado à existência humana, sendo, portanto, uma função vital que congrega múltiplos fatores – de ordem biológica, psicológica, social e cultural.

Desta maneira, a sexualidade na velhice, assim como nas demais faixas etárias, não se refere somente à prática sexual em si, mas a troca de afeto, carinho, companheirismo, cumplicidade, cuidados recíprocos, segurança e conforto.

É comum as pessoas, em algum momento da vida, buscarem um parceiro ou uma parceira com quem possam compartilhar afetividade. Portanto, o sexo na velhice envolve tanto a parte física como a emocional, possibilita experiências criativas e exige sensibilidade, como em qualquer fase da vida.

Observamos, porém, que o desejo sexual só se encontra em pessoas longevas que atribuíram ao longo da vida um valor positivo à sexualidade. Pessoas que costumeiramente repudiaram tal dimensão da existência utilizam a desculpa de estarem velhas para essas coisas, o que demonstra que a vida sexual se prolonga tanto mais, quanto mais rica e mais feliz tiver sido em tempos anteriores.

O envelhecimento, como qualquer outro processo humano, é uma experiência heterogênea – ocorre de modo diferente para pessoas que vivem em contextos distintos. Essa diferenciação depende da influência de circunstâncias histórico-culturais, de fatores intelectuais e de personalidade, dos hábitos e atividades físicas e da incidência de patologias genéticas.

 

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Vestir com os Desafios do Envelhecimento

R$ 59,90

Capa dura/acabamento luxo/papel couchê

Ao longo de muitos anos, atuando no mundo da moda, me dei conta – não sem espanto – da distância que separa, na atualidade, o envelhecimento e a velhice deste “mundo”. Indagava se os preconceitos, estigmas e a discriminação – tão presentes na sociedade atual, em vários âmbitos da vida daquele que envelhece – estariam ainda presentes entre nós. Perguntava como a relação moda/velhice é concebida pelos que respondem pela moda ou a criam. Foi a busca por respostas a estas indagações que me levou à publicação deste livro.

Na moda temos a reposição dos valores que ainda cultivamos sobre a velhice. Na moda, a velhice é invisível, inexistente. Jovens e adultos ocupam lugares centrais e privilegiados. Para não “cair no ridículo”, quem envelhece deve se pautar pelo “bom senso”, princípio básico que orienta as escolhas e as opções de roupas e acessórios.

A “ausência” da velhice na moda parece se justificar por si mesma; afinal, o envelhecimento da população brasileira é um fenômeno razoavelmente recente, remontando às últimas três décadas do Século XX. Até então, a presença de crianças, jovens e adultos na população brasileira era expressiva.

Este livro foi escrito com base na minha trajetória pessoal, estreitamente ligada à moda. Seguem-se capítulos dedicados à história da vestimenta, sua história no Brasil, à velhice, ao envelhecimento e à minha velhice.

Poética da Velhice – 32 propostas de atividades 246p

R$ 49,90

Leituras, atividades e diálogos sobre o viver e o envelhecer.

Cristiane T. Pomeranz, arteterapeuta com mestrado em gerontologia, apresenta um livro delicioso, uma obra de arte em forma de crônicas do cotidiano a partir do seu viver e da interação com idosos, muitos deles com Alzheimer, com os quais compartilha bons momentos em museus e ILPIs com seu magnífico projeto Faça Memória. O livro está dividido em quatro eixos: Velhice e Arte; Velhice, Tempo e Espaço; Velhice e Intergeracionalidade e Velhice e Finitude. Nele, a autora propõe 32 atividades para idosos. São atividades simples e eficazes, que permitem altos voos aos participantes. Ela o escreveu como um presente para sua mãe, mas podemos considerá-lo um presente para todos nós, especialmente para quem trabalha com idosos ou tem parentes com alguma dificuldade cognitiva.

Cada crônica, além de propor uma atividade prática, tem uma ilustração na forma de desenho que pode ser pintada.

 

Este livro faz parte do COMBO de 3 LIVROS COM PROPOSTAS DE ATIVIDADES para idosos. Quer saber mais sobre o combo? Clique no link abaixo:

https://edicoes.portaldoenvelhecimento.com.br/produto/combo-3-livros-com-propostas-de-atividades-para-idosos/

 

Tecendo – 30 Oficinas para o Segmento 60+ 260p

R$ 54,90

Formato Especial 23 x 23

Sônia Fuentes apresenta um livro em forma de Caderno de Atividades contendo 30 oficinas detalhadas para se trabalhar com o público 60+. Enumera todo o material a ser utilizado, orienta o ritual para a ação e os desafios que promoverão alegria, bem-estar, vivacidade, vitalidade, socialização e uma melhora considerável na memória e cognição dos participantes.

Todas as atividades foram testadas com idosos do Centro-Dia “Pasárgada”, alguns com Alzheimer. A experiência envolve jovens do Projeto Quixote que atuaram como agentes socioculturais, ou seja, a autora fez sua pesquisa com dois grupos vulneráveis, idosos e jovens carentes, numa experiência intergeracional na qual atesta que todos crescem com as atividades propostas.

Nas palavras da autora: A preocupação em tecer, criar atividades produtivas às pessoas idosas, me toca profundamente há muitos anos. O envolvimento com esse processo, na pesquisa e práticas com a temática da velhice e do envelhecimento, permitiu-me concretizar o desejo de produzir algo diferenciado, adequado às competências das pessoas idosas.

“A pretensão, vale pontuar, é que esse Caderno de Atividades não esgote outras possibilidades de trabalho com os velhos, que funcione como gatilho para a criação de atividades diferentes, inéditas, que não seja visto como mais um modelo ou cartilha, mas um material que enriqueça o dia a dia do idoso, fazendo-o ganhar interação com profissionais e residentes nas instituições.”

As atividades no formato de Oficinas aqui propostas podem ser adequadas a outros segmentos: crianças, jovens ou adultos. Como a proposta é trabalhar com idosos, oferece-se certo grau de facilidade em seus procedimentos, mas que seriam modificadas conforme o público-alvo, representando sempre novos desafios.

Alzheimer: identificar, cuidar, estimular 246p

R$ 44,90

Em uma linguagem clara e acessível, a autora sugere cuidados psicológicos, cognitivos e emocionais voltados para idosos de uma maneira geral e, especificamente, para familiares e cuidadores que lidam com pessoas que desenvolveram a Doença de Alzheimer.

Este livro é uma ferramenta valiosa para cuidadores e familiares, estudantes e profissionais que atuam no contexto do envelhecimento, e indispensável a todos que desejam conhecer a fundo a Doença de Alzheimer e demências similares. Dividido em duas partes, a primeira mais teórica sobre a doença e outras demências e a segunda com atividades práticas na rotina da pessoa com Doença de Alzheimer e similares.

O processo de envelhecimento é universal e irreversível, pode ocorrer de forma saudável ou patológica, dependendo, em grande parte, dos hábitos adotados por cada sujeito ao longo da vida.

Diante de uma população que envelhece rapidamente e de uma estimativa de vida que aumenta década após década, cresce também o número de patologias relacionadas à velhice em que as alterações das funções do corpo e do processo cognitivo, presentes em doenças neurodegenerativas e progressivas como a Doença de Alzheimer, trazem uma demanda específica de atenção à saúde.

Depressão e Perdão 250p

R$ 39,90

Envelhecer é um desafio, mas envelhecer bem é um desafio ainda maior. Não somos preparados para envelhecer, esperamos ser eternamente jovens e acreditamos piamente que apenas os outros envelhecem. No mundo real não é bem assim, os problemas do dia a dia vêm sobre nós a todo instante e somos confrontados com a nossa realidade, ou seja, com nossos limites. Quando nos damos conta, o tempo passou e a vida muda de sentido.

Vivenciar a experiência do envelhecer é se dar conta que essa jornada começa no momento em que somos concebidos. Neste exato momento tem início o processo do envelhecimento. Por isso, seria importante que durante a nossa infância, adolescência e juventude nos perguntássemos: como trato o idoso que carrego dentro de mim?

Sim, nós não envelheceremos a partir do momento em que completarmos 60 anos de idade (ou 65 nos países desenvolvidos, conforme a Organização Mundial de Saúde – OMS). O processo de envelhecimento é inexorável, irreversível, mas não é uma doença, é próprio da vida, que nos faz crescer se nos permitirmos viver intensamente cada fase. E envelhecer é algo idiossincrático, isto é, próprio de cada indivíduo, não existe uma fórmula que possa ser aplicada a todos.

Este livro apresenta algumas técnicas terapêuticas que podem ser aplicadas a pessoas de qualquer idade com traços de depressão, mas sobretudo seriam importantes para as pessoas com mais idade, como no caso da personagem do livro, Maria, que se deixa ajudar e, aos 50 anos, revê seus fantasmas e tira fardos das costas. Faz isso com o intuito de ter uma melhor velhice, mas acreditamos que não é preciso esperar tanto para se conseguir enfrentar suas sombras.

Envelhecer com Fibromialgia 218p

R$ 39,90

A vivência profissional como assistente social e colaboradora do Instituto de Medicina Física e Reabilitação do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, além da trajetória acadêmica e de pesquisadora fortemente associada aos aspectos relacionados ao envelhecimento, levam a autora a questionar, refletir e mergulhar nas profundezas da dor, na tentativa de compreender e apontar saídas para quem sofre com essa doença invisível.

A fibromialgia, uma dor que se instala no corpo e permanece, tem características peculiares. Acomete principalmente mulheres; provoca impacto negativo no cotidiano das pessoas; compromete a capacidade de desenvolver atividades rotineiras e manter relacionamentos saudáveis; e muitas vezes afasta a pessoa do trabalho e a leva ao isolamento.

A autora revela que a dor, qualquer dor, quando não controlada, torna-se crônica e assume a forma de um ente que invade, toma conta do corpo e da alma de forma lenta e insidiosa, transformando o dia a dia de quem a carrega no desafio de Sísifo, aquele que leva sua dor pra cima e pra baixo sem esperança de cura.

Envelhecimento e Cuidados 302p

R$ 49,90

Esta coletânea tem o propósito de trazer à discussão um tema muito relevante e atual: os cuidados. O livro nos faz pensar sobre como são necessários cuidados com corpo e mente – durante toda uma vida – para que se possa ter assegurada uma velhice mais feliz, com sustentabilidade.

Cuidados e sustentabilidade do Homem e da Natureza, segundo Leonardo Boff (2013), caminham juntos, amparando-se mutuamente. Se não houver cuidados, dificilmente se alcançará uma sustentabilidade que se mantenha em médio e longo prazos. São as duas pilastras básicas, não as únicas, que vão sustentar uma necessária transformação do nosso estar na Terra.

Quando pensamos no termo Cuidados posto logo após o termo Envelhecimento, ambos em uma solidária justaposição, nos faz lembrar que o cuidado é condição para que o envelhecimento possa se dar de forma desejada e bem-sucedida.

Gerontologia e Transdisciplinaridade 248p

R$ 49,90

Este livro é uma rara produção internacional (Brasil/Portugal/Espanha) na área da Gerontologia Social. Vivemos numa época de grande vertigem, informação crescente e veloz, era do conhecimento na qual a Ciência muito contribui para tal. Fizemos avanços sociais, educativos e médicos extraordinários, motivados pela ilusão do progresso contínuo e ilimitado. Nesta era, o saber do Todo passa para o conhecimento da Parte, do Senso Comum passa-se para a Disciplina e, da Disciplina, para a Ciência. A Ciência cresceu, especializou-se, ganhou terreno, construiu fronteiras, mas ignorou as pontes entre os saberes. Sem pontes, a Ciência ignora sua história, da qual apenas restam vestígios. Neste livro procuramos descobrir pontes e sentidos. Uma ponte de saberes, de diálogo na qual a história é central. Seguimos o sentido do saber que no seu vai e vem se apresenta plural. Partimos para esta viagem tendo como estrada o envelhecimento e a velhice e, como veículo, a Gerontologia. Nosso mapa é a transdisciplinaridade e o percurso se faz pelo território da vida e do humano. Ao longo dessa viagem faremos várias paradas e descobriremos múltiplas paisagens. Vamos juntos!