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Antonia

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Antonia.

Biografia de vida escrita por Histórias Contadas.

 

Antonia, que sabe contar historias melhor do que ninguém, aos seus 90 anos nos presenteia com uma grande trajetória, recheada de acontecimentos.

O livro traz a trajetória de vida de Antonia, uma senhora de 90 anos, moradora da pequena cidade de Tabapuã no estado de São Paulo.

Nesta biografia  sua história é contada de forma emocionante por seus sobrinhos, irmãos, filhos e netos e escrita de forma sensível por Histórias Contadas.

Logo no primeiro capítulo chamado “Um anjo de preto”, entendemos a razão deste registo biográfico: é impactante, é emocionante.

É uma grande história de vida. E como toda ela traz reconhecimento, aprendizados e muita emoção a quem lê.

 

E é a partir dessa história de vida, que espalha amor, cuidados e doces, que nasce o projeto Histórias Contadas.

Histórias Contadas é uma empresa que tem as histórias de vida como material de trabalho para escrever biografias, gerar inspirações e insights. Histórias Contadas acredita no poder das histórias de vida e das histórias vividas. Acredita que o resgate das histórias oferece satisfação, reconhecimento e gratidão à quem conta e conhecimento e sabedoria a quem ouve. Acredita que as Histórias que são contadas ficam guardadas na memoria das emoções e ressurgem através da mais profunda verdade do indivíduo, declarando não somente um fato, uma opinião, mas todo seu envolvimento emocional, desejos e percepções únicas sobre aquilo que é contado. Acredita que as histórias transformam e trazem novas idéias e possibilidades.

Saiba mais sobre Histórias Contadas em www.historiascontadas.etc.br

Envelhecimento & Cinema – catálogo de filmes contemporâneos com temáticas referentes à velhice e intergeracionalidade

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Antes mesmo das fotografias e dos filmes, as representações das histórias humanas já existiam nas pinturas. A vantagem da projeção da vida é poder vê-la e revê-la quantas vezes quiser. Nos últimos anos vários filmes refletem o prolongamento da vida exigindo redefinição das relações sociais, bem como lugares de expressão dos discursos e dos lugares possíveis de se exercer a cultura da longevidade. Na realidade, os filmes são recursos audiovisuais que viabilizam a percepção crítica sobre a realidade do processo de envelhecimento, possibilitando a contraposição a ideias preconceituosas e vigência de estigmas sobre a velhice em si, o envelhecimento e a pessoa idosa.

A escolha pelo cinema como ferramenta de reflexão e mudança se concretiza neste Catálogo, que objetiva instrumentalizar profissionais de diversas áreas que trabalham com pessoas acima de 60 anos, sugerindo inclusive questões a serem debatidas no interior do grupo. O Catálogo faz uma classificação de filmes contemporâneos norte-americanos, europeus, asiáticos e latino-americanos que trabalham com a temática da velhice e da intergeracionalidade. Um excelente recurso didático, afinal, o cinema não é só entretenimento. Cada vez mais ele vem sendo um ótimo recurso de diversas aprendizagens ao longo da vida por ser facilitador da produção de significados e ampliar a nossa visão sobre a realidade. Trata-se de uma “ferramenta” de análise de situações da vida cotidiana já que os filmes podem auxiliar na compreensão de diferentes experiências vitais, alertando sobre diversos aspectos da vida que envolvem a nossa existência cada vez mais longeva.

E o que tem isso a ver com os desafios que a velhice enfrenta? Ora, tudo! A velhice é um tabu, fingimos que ela não existe mesmo sendo inevitável como condição humana. Fazemos parecer que a renovação fica na direção contrária do envelhecimento, e não à toa; em uma sociedade que se valoriza em demasia o jovem, o velho é excluído da construção do mundo em detrimento da juventude.

É a partir desse lugar que este catálogo, fruto de projetos de iniciação científica do curso de Psicologia da PUC-SP, coordenado pela professora Beltrina Côrte desde 2014, foi pensado. Com o auxílio do cinema latino-americano, norte-americano, europeu e asiático, dividimos os filmes em nove temas principais: amizade e afeto; aposentadoria e trabalho; comunicação intergeracional e/ou transmissão de legado; dependência e/ou institucionalização; dinâmica familiar; envelhecimento e adoecimento; luto e morte; preconceitos, estereótipos e/ou ressignificação de vida; sexualidade e amor. O objetivo aqui é simples, o cinema é o ponto de partida para o “falar sobre”, custoso para quem sofre e necessário à qualquer transformação social e individual.

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Envelhecimento com Dependência: Cuidados e Cuidadores de Idosos

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Este livro apresenta um corpo de conhecimentos originados das dissertações e teses orientadas pela Dra. Úrsula Karsch, querida amiga, que nos deixou muito cedo, sob meus veementes protestos. Tanto mais a contribuir! Uma partida prematura, diante da grandeza da sua obra. Ficam as memórias da profissional competente e comprometida, da pesquisadora astuta, atenta ao detalhe, inquisitiva. Da professora dedicada, exigente, mas sempre acolhedora. Da mulher cosmopolita, pioneira e na vanguarda de seu tempo. De sua presença forte e marcante. Sobretudo, ficam-me as memórias de nossa amizade. Ficam as lembranças de reuniões e projetos no Brasil e no exterior. Lembranças de seu senso de humor sofisticado, de sua sensibilidade… de seu carisma. Este grupo de pesquisadores/autores do Grupo de Pesquisa Epidemiologia do Cuidador da PUCSP, sob sua coordenação durante 15 anos, tornam seu edificante trabalho, um legado de valor inestimável na área do Envelhecimento Humano sob a perspectiva multifocal e interdisciplinar: saúde, políticas públicas, família e sociedade, humanismo e legislação, são alguns dos temas que se fazem presentes nesta obra. Parabéns, Úrsula Karsch! Fica-me a certeza do compartilhamento por tantos dos seus ideais e ideias postos nesta importante publicação.

Alexandre Kalache

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Intergeracionalidade: Cartas na Mesa

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PRÉ-LANÇAMENTO

(o livro será despachado a partir de 01/10)

 

Atividades, projetos e programas intergeracionais têm se multiplicado dentro e fora do Brasil desde os anos 90, a partir da percepção de que a aproximação de velhos e jovens pode se constituir como uma resposta ao distanciamento, ou até mesmo aos conflitos, entre gerações. Comumente compostas por atividades lúdicas e culturais, essas ações são voltadas para a coeducação e a solidariedade etária, mas também podem ocorrer em trabalhos voluntários e militantes, adquirindo mais fortemente um caráter político. Nesse caso, podemos ter gerações trabalhando ombro a ombro em prol da comunidade, como é o caso das comissões intergeracionais em programas comunitários, como os que ocorrem com mais frequência em países como Inglaterra e a Alemanha.

O tempo dirá sobre a eficácia de tais iniciativas. O ideal é que no futuro ações dessa natureza não sejam mais tão necessárias, na medida em que recuperarmos o vigor da vida comunitária (se o recuperarmos). As perspectivas desses programas são promissoras, ajudam a aproximar pessoas, diminuindo a desconfiança, a prevenção, o preconceito. Mas é preciso reconhecer que tais programas não são panaceias, pois não têm o poder de revolucionar as relações sociais. É preciso lembrar que as dificuldades do diálogo intergeracional devem ser compreendidas no contexto maior das relações humanas no mundo em que vivemos. Portanto, em última instância, o bom convívio entre pais e filhos, avós e netos, enfim, de velhos e moços dentro e fora de uma família, depende da transformação das estruturas econômicas e de suas superestruturas políticas. Inegavelmente, tal processo de transformação passa pela educação das novas gerações, desde a mais precoce idade.

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O Cuidador do Idoso em ILPI: Uma Relação Humana e Delicada

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Esta obra constitui o resultado de uma inquietação construída ao longo de anos de vivência junto a idosos institucionalizados, resultando em transformações significativas na vida da autora. Margherita de Cassia Mizan trabalhou 14 anos em uma ILPI (Instituição de Longa Permanência para Idosos) e segue, como autônoma, atendendo este público fragilizado, totalizando mais de 20 anos de interação com idosos e cuidadores.

 

Este livro é resultado da sua dissertação de mestrado, defendida na PUCSP, e da sua experiência prática e teórica como psicóloga e professora convidada das especializações em Gerontologia e Cuidados Paliativos do Hospital Israelita Albert Einstein.

 

O aumento da população idosa trouxe consigo a longevidade e, por conseguinte, necessidades específicas e essenciais para que esta população tenha uma sobrevivência digna. Ficar mais velho, longevo, para alguns indivíduos pode significar a impossibilidade de autogestão, gerando uma dependência frente a terceiros. É possível perceber diferentes velhices que se apresentam, sendo aquela com dependência o ponto central deste livro, diz a autora, e acrescenta: as formas de existência com dependência necessitam de dispositivos de apoio que garantam uma existência satisfatória até o perecimento; o cuidador de idosos pode ser considerado um desses dispositivos, assim como as Instituições de Longa Permanência para Idosos – ILPIs.

 

Este trabalho, portanto, elegeu como cenário a ILPI e, como um de seus atores, o cuidador de idosos profissional. Buscou-se, então, explorar a relação que se estabelece entre o idoso e seu cuidador, os aspectos subjetivos desta relação, haja vista ser precisamente este profissional que garante, através dos cuidados básicos, a manutenção de uma vida digna e com qualidade para os idosos que residem em uma ILPI, produzindo uma delicada e essencial relação de cuidado.

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O Envelhecer Diante da Ameaça de Morte e do Desejo de Vida – uma reflexão Bergmaniana

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“Ao nos vermos diante da morte e ao mesmo tempo desejando a vida, nos deparamos com o silêncio do Divino. Chamamos, mas ninguém responde. É quando nos percebemos finitos, com nossos respectivos prazos de validade prontos para, a qualquer momento, expirar.”

Luciana Mussi, doutora em Psicologia Social pela PUCSP, apresenta esta reflexão no seu novo livro: O Envelhecer Diante da Ameaça de Morte e do Desejo de Vida: uma reflexão Bergmaniana.

O livro é um mergulho no documentário A Ilha de Bergman, no qual o diretor, Ingmar Bergman, então com 88 anos, revê sua vida e os mais de 60 anos dedicados ao cinema.

A autora recorre também às reflexões do filósofo romana Cícero sobre o envelhecer e a trajetória de transformação da deusa grega Deméter para propor a seguinte reflexão: o remédio para as dores da vida sentidas na velhice particular de cada um seriam suas lembranças?

Quem curte cinema, estuda e se preocupa com o envelhecer encontrará neste livro uma leitura leve, agradável, intimista e profunda, pois o cinema, entre todas as artes, de acordo com o filósofo francês Edgar Morin, é a que mais se aproxima da experiência humana e de suas questões existenciais como vida e morte.

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Vestir com os Desafios do Envelhecimento

R$ 129,90 R$ 99,90

 

Ao longo de muitos anos, atuando no mundo da moda, me dei conta – não sem espanto – da distância que separa, na atualidade, o envelhecimento e a velhice deste “mundo”. Indagava se os preconceitos, estigmas e a discriminação – tão presentes na sociedade atual, em vários âmbitos da vida daquele que envelhece – estariam ainda presentes entre nós. Perguntava como a relação moda/velhice é concebida pelos que respondem pela moda ou a criam. Foi a busca por respostas a estas indagações que me levou à publicação deste livro.

Observações assistemáticas me mostravam que temos, na moda, a reposição dos valores que ainda cultivamos sobre a velhice. Na moda, a velhice é “invisível”, inexistente. Na atualidade, jovens e adultos ocupam lugares centrais e privilegiados. Para não “cair no ridículo”, os que envelhecem devem pautar-se pelo “bom senso”, princípio básico que deve orientar as escolhas e as opções de roupas e acessórios.

Apreendida a partir do perfil demográfico e socioeconômico de nossa população, a “ausência” da velhice na moda pareceria justificar-se por si mesma; afinal, o envelhecimento da população brasileira é um fenômeno razoavelmente recente, remontando às últimas três décadas do Século XX. Até então, a presença de crianças, jovens e adultosnapopulação brasileira era expressiva.

Este livro foi escrito com base na minha trajetória pessoal, estreitamente ligada à moda. Seguem-se capítulos dedicados à história da vestimenta, sua história no Brasil, à velhice, ao envelhecimento e à minha velhice.

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Tecendo o Chamado de Atena e Aracne – atividades em oficinas desenhadas para o segmento idoso

R$ 79,90 R$ 59,90

Tecendo o chamado de Atena e Aracne: atividades em oficinas desenhadas para o segmento idoso
Novo livro da Portal Edições

Sônia Fuentes apresenta a todos que trabalham com idosos um Caderno de Atividades contendo 30 oficinas detalhadas para aplicação imediata. Enumera todo o material a ser utilizado, orienta o ritual para a ação e os desafios que promoverão alegria, bem-estar, vivacidade, vitalidade, socialização e uma melhora considerável na memória e cognição dos participantes.

Todas as atividades foram testadas com idosos do Centro-Dia “Pasárgada”. A experiência envolveu jovens do Projeto Quixote que atuaram como agentes socioculturais, ou seja, a autora trabalhou com dois grupos vulneráveis, numa experiência intergeracional, na qual todos cresceram com as atividades.

Nas palavras da autora: “A preocupação em tecer, criar atividades produtivas às pessoas idosas, vem tocando esta pesquisadora profundamente há muitos anos. O envolvimento com esse processo, na pesquisa e práticas com a temática da velhice e do envelhecimento, permitiu que se fosse concretizando o desejo de produzir algo diferenciado, adequado às competências das pessoas idosas”.

“A pretensão, vale pontuar, é que esse Caderno de Atividades não esgote outras possibilidades de trabalho com os velhos, que funcione como gatilho para a criação de atividades diferentes, inéditas, que não seja visto como mais um modelo ou cartilha, mas um material que enriqueça o dia a dia do idoso, fazendo-o ganhar interação com profissionais e residentes nas instituições.”

“As atividades no formato de Oficinas aqui propostas são de aplicação geral, não exclusiva aos velhos, mas com adequação a outros segmentos: crianças, jovens ou adultos. Oferece-se, para tal, certo grau de facilidade em seus procedimentos, mas que seriam modificadas conforme o público-alvo, representando sempre novos desafios.”

O livro é grande no formato, letra e espaçamento para favorecer a leitura. Esta é a nova marca da Portal Edições, livros fáceis de ler e com conteúdo inovador. Pequeno só no preço, confira.

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Alzheimer: identificar, cuidar, estimular

R$ 69,90 R$ 49,90

O processo de envelhecimento é universal e irreversível, pode ocorrer de forma saudável ou patológica, dependendo, em grande parte, dos hábitos adotados por cada sujeito ao longo da vida.

Diante de uma população que envelhece rapidamente e de uma estimativa de vida que aumenta década após década, cresce também o número de patologias relacionadas à velhice em que as alterações das funções do corpo e do processo cognitivo, presentes em doenças neurodegenerativas e progressivas como a Doença de Alzheimer, trazem uma demanda específica de atenção à saúde.

Em uma linguagem clara e acessível, a autora sugere cuidados psicológicos, cognitivos e emocionais voltados para idosos de uma maneira geral e, especificamente, para familiares e cuidadores que lidam com pessoas que desenvolveram a Doença de Alzheimer.

Este livro é uma ferramenta valiosa para cuidadores e familiares que lidam com idosos demenciados, estudantes e profissionais que atuam no contexto do envelhecimento, e indispensável a todos que desejam conhecer a fundo a Doença de Alzheimer e demências similares.

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Depressão e Perdão: a pastoral do itinerário pessoal e coletivo rumo a um bom envelhecer

R$ 69,90 R$ 49,90

Envelhecer é um desafio, mas envelhecer bem é um desafio ainda maior. Nós não somos preparados para envelhecer, pensamos que seremos eternamente jovens e acreditamos piamente que apenas os outros envelhecem e um dia seremos agraciados com a fonte da eterna juventude. No mundo real não é bem assim. Os problemas do dia a dia vêm sobre nós a todo instante e somos confrontados com a nossa realidade, ou seja, com nossos limites. Quando nos damos conta, parece que a vida não tem mais sentido!

Vivenciar a experiência do envelhecer é se dar conta que essa jornada começa no momento em que somos concebidos. Neste exato momento tem início o processo do envelhecimento. Por isso, seria importante que durante a nossa infância, adolescência e juventude nos perguntássemos: “como trato o idoso que carrego aqui comigo?”.

Sim, nós não envelheceremos a partir do momento em que completarmos 60 anos de idade (ou 65 nos países desenvolvidos, conforme a Organização Mundial de Saúde – OMS). O processo do envelhecimento é inexorável, irreversível, mas não é uma doença, é próprio da vida, que nos faz crescer se nos permitirmos viver intensamente cada fase. E envelhecer é algo idiossincrático, isto é, próprio de cada indivíduo, não existe uma fórmula que possa ser aplicada a todos.

Este livro apresenta algumas técnicas que podem ser aplicadas a pessoas de qualquer idade, mas sobretudo seriam importantes para as pessoas com mais idade, como no caso da personagem do livro, Maria, que se deixa ser ajudada e, aos 50 anos, revê seus fantasmas e tira fardos das costas. Faz isso com o intuito de ter uma melhor velhice, mas acreditamos que não é preciso esperar tanto tempo para se conseguir.

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Envelhecer com Fibromialgia: a dor como companheira

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A vivência profissional como assistente social e colaboradora do Instituto de Medicina Física e Reabilitação do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, além da trajetória acadêmica e de pesquisadora fortemente associada aos aspectos relacionados ao envelhecimento, levaram a autora a questionar, refletir e mergulhar nas profundezas da dor na tentativa de compreender e apontar saídas para quem sofre com essa doença “invisível”.

A fibromialgia, uma dor que se instala no corpo e permanece, tem características peculiares. Acomete principalmente as mulheres. Provoca impacto negativo no cotidiano das pessoas. Compromete a capacidade de desenvolver atividades rotineiras e manter relacionamentos saudáveis. Muitas vezes afasta a pessoa do trabalho e a leva ao isolamento.

A autora revela que a dor, qualquer dor, quando não controlada, torna-se crônica e assume a forma de um “ente” que invade, toma conta do corpo e da alma de forma lenta e insidiosa, transformando o dia a dia de quem a carrega no desafio de Sísifo, aquele que leva sua dor para cima e para baixo sem esperança de cura.

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Envelhecimento e Cuidados – uma chave para o viver

R$ 79,90 R$ 59,90

Esta coletânea, feita em parceria com o Programa de Estudos Pós-Graduados em Gerontologia da PUCSP, tem o propósito de trazer à discussão um tema muito relevante e atual, que leva a pensar sobre como são necessários cuidados com corpo e mente, durante toda uma vida, para que se possa ter assegurada uma velhice mais feliz, com sustentabilidade.

Cuidados e sustentabilidade do homem e da natureza, segundo Leonardo Boff (2013), “caminham juntos, amparando-se mutuamente. Se não houver cuidados, dificilmente se alcançará uma sustentabilidade que se mantenha em médio e longo prazos. São as duas pilastras básicas, não as únicas, que vão sustentar uma necessária transformação do nosso estar na Terra”.

Cuidados, se tomado em sentido restrito, pode parecer estar somente em sintonia com três dos artigos desta coletânea, cujos títulos ostentam explicitamente esse termo. Mas quando pensamos no termo Cuidados, posto logo após o termo Envelhecimento, ambos em uma solidária justaposição nos fazem lembrar que o cuidado é condição para que o envelhecimento possa se dar de forma desejada, bem-sucedida. E a ideia de começar pelo “cuidado de si”, abrindo-se para o “cuidado do outro”, mostra como está co-presente essa irmanação (ou irmandade?) de cuidados em cada um dos artigos constituintes desta coletânea, podendo-se, assim, postular que os cuidados para o envelhecimento se situem em cada um deles.