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60+ Direitos, Desafios e Perspectivas (Livro + Correios) 430p

R$ 64,90

Preço já inclui: Livro (430p) + Correios

 

Esta coletânea traz a questão social do envelhecimento, diretivas antecipadas de vontade, vulnerabilidade social, violência institucional, cuidados, saúde pública em instituições de longa permanência, percepção do idoso sobre o envelhecimento, incontinência urinária e sintomas depressivos, saúde mental, sexualidade, cognição, quedas, nutrição, Doença de Alzheimer, cuidados paliativos, atividade física, repercussões do distanciamento social em tempo de pandemia, entre outros.

Há enorme desafio da gerontologia moderna em propiciar as melhores condições a esse contingente humano, que hoje tem vida mais longa, para não ser apenas extensa, mas desfrutada e intensa. O livro é lançado no momento certo. Hoje a sociedade enfrenta vários desafios para se ajustar diante da imensidão de pessoas que envelhecem. Segmento novo ao qual se exige proporcionar saúde, educação, trabalho, segurança, participação, autonomia, independência, cultura, lazer, cidadania, liberdade, dignidade, respeito e convivência familiar e comunitária.

Devem ser oferecidos recursos indispensáveis para facilitar-lhes a vida e, assim, participar e desfrutar da sociedade em que vivem. Os artigos escritos por diversos autores, com profundo conhecimento sobre temas relacionados ao envelhecimento humano, destinam-se a todos os profissionais que lidam com idosos e à comunidade em geral. Congratulo-me com os organizadores. Tenho a mais absoluta certeza que será extremamente útil para todos os que se preocupam com o inexorável processo de envelhecimento e que desejam que ele seja bem-sucedido.

 

Newton Luiz Terra

Médico Geriatra

 

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Dinâmicas de Grupo para Idosos – Atividades que Estimulam e Divertem (Livro + Correios) 140p

R$ 44,90

O livro apresenta 35 atividades para familiares e profissionais que atuam com pessoas idosas, todas testadas no dia a dia, pois as autoras se dedicam há anos ao estudo e prática profissional na universidade e em Centro Dia e ILPI (Instituição de Longa Permanência).

A experiência mostra que a diminuição da velocidade de processamento dos idosos acarreta dificuldade, principalmente na aprendizagem de novas tarefas. As dinâmicas ajudam em todos os sentidos.

Muitas vezes os grupos são compostos por pessoas que já apresentam comprometimentos cognitivos, por isso as dinâmicas foram se adaptando para alcançar todos os participantes. De acordo com o perfil do seu grupo, faça seus ajustes também; familiares, idem.

Vale ressaltar que, para leigos ou profissionais que iniciam um trabalho, o tempo de realização das dinâmicas não deve ser fixado, o que deve ser breve são as instruções, devendo ser segmentada sempre que possíveis, favorecendo a execução conforme apresentada, tipo, começamos assim, agora vamos fazer assim etc.

De maneira geral, o livro traz cada atividade bem definida: objetivo; materiais; procedimentos. Para auxiliar, cada dinâmica tem um desenho ilustrativo de página inteira e, no final da publicação, outros tantos que serão utilizados nas dinâmicas, ou seja, você não terá que sair pesquisando por figuras, elas estão todas no livro para serem xerocadas, recortadas e usadas.

A ideia dos desenhos é auxiliar, mas você verá que é também um convite irresistível para quem gosta de pintar. Quem atua apenas com um familiar, maravilha, pode pintar e bordar. Porém, ele foi pensado para ser xerocado conforme for sendo apresentada as atividades. Neste caso, o idoso, de posse da sua xerox, pode pintar e, assim, ir se familiarizando com os objetos. Além de ser uma atividade prazerosa, pois os desenhos são muito especiais e feitos pensando nisso, facilitará a execução da atividade em seguida. Se deixar para pintar depois, será uma atividade complementar maravilhosa.

O livro é muito especial e, com certeza, os participantes vão se apaixonar e desejar cada um ter o seu, personalizado, o que seria o ideal, assim evitaria as xerox que acabam saindo o preço do livro. Comprando dois tem 10% de desconto e a partir de três, 20%.

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Envelhecimento Artivo (Livro + Correios) 462p

R$ 64,90

Preço inclui: Livro (462p) + Correios

Envelhecimento Artivo, ou seja, um envelhecimento ativo ancorado nas artes, é um livro que apresenta a pessoa idosa sob uma perspectiva diferente, abordando-a por um prisma histórico, em devires. Esse olhar se faz presente tanto nos referenciais teóricos nos quais a autora busca aportes – e aqui Vigotski é bastante importante – como em suas atividades práticas – docente nas aulas de teatro e literatura. Como resultado final em sua arte de narrar – não podemos perder de vista que a autora é uma contadora de histórias – vemos pessoas desfilando sob nossos olhos buscando aprendizagens, vivendo diferenças, superando dificuldades… uma práxis que se desdobra numa reflexão que insiste em defender a ideia de que as pessoas – destacando-se a pessoa idosa – têm sempre a possibilidade de ressignificar suas experiências. Mais especificamente, vemos a possibilidade de um vivenciar a velhice com charme e elegância, em uma temporalidade própria, com uma afetação peculiar, exercitando a imaginação, criando alternativas e perspectivas…

 

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Envelhecimento com Dependência: Cuidados e Cuidadores de Idosos (Livro + Correios) 302p

R$ 64,90

 

Este livro apresenta um corpo de conhecimentos originados das dissertações e teses orientadas pela Dra. Úrsula Karsch, profissional competente e comprometida, pesquisadora astuta, atenta ao detalhe, inquisitiva, dedicada, exigente, mas sempre acolhedora. Este grupo de pesquisadores/autores do Grupo de Pesquisa Epidemiologia do Cuidador da PUCSP, sob sua coordenação durante 15 anos, torna seu edificante trabalho um legado de valor inestimável na área do Envelhecimento Humano sob a perspectiva multifocal e interdisciplinar: saúde, políticas públicas, família e sociedade, humanismo e legislação, são alguns dos temas que se fazem presentes nesta obra. Parabéns, Úrsula Karsch! Fica-me a certeza do compartilhamento por tantos dos seus ideais e ideias postos nesta importante publicação.

Alexandre Kalache

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Fios da Meada e Colcha de Retalhos (2 Livros em 1 + Correios) 470p

R$ 64,90

DOIS LIVROS EM UM: FIOS DA MEADA E COLCHA DE RETALHOS

Há muito tempo Cremilda e Sinval Medina planejavam escrever um livro a quatro mãos que não seguisse o modelo dos inúmeros trabalhos assinados por ambos sem fronteiras de autoria. Surgiu assim a ideia de reunir em um só volume duas obras ao mesmo tempo autônomas e inseparáveis, que não se tocam, mas se comunicam como círculos concêntricos em um espelho d´água. Ou como os fios da meada se entrelaçam na colcha de retalhos.

Colcha de Retalhos apresenta artigos, crônicas e ensaios em 170 páginas, enquanto Fios da Meada traz textos saborosos, férteis reflexões a partir de obras com as quais Cremilda dialoga ao longo de 200 páginas.

Cremilda Medina, além de orientar alunos de doutorado na ECAUSP, dirige oficinas de escrita para pessoas idosas na USP60+ (antiga UATI – Universidade Aberta à Terceira Idade) e oferece também um curso de narrativas no Espaço Longeviver ligado ao Portal do Envelhecimento.

Saiba mais sobre Cremilda Medina acessando o link https://revistalongeviver.com.br/index.php/revistaportal/article/view/810/869

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Intergeracionalidade: Cartas na Mesa (Livro + Correios) 430p

R$ 64,90

 

Atividades, projetos e programas intergeracionais têm se multiplicado dentro e fora do Brasil desde os anos 90. Partem da percepção que a aproximação de velhos e jovens pode se constituir como resposta ao distanciamento, ou até mesmo aos conflitos, entre gerações. Comumente compostas por atividades lúdicas e culturais, essas ações são voltadas para a coeducação e a solidariedade etária, mas também podem ocorrer em trabalhos voluntários e militantes, adquirindo mais fortemente um caráter político. Nesse caso, podemos ter gerações trabalhando ombro a ombro em prol da comunidade, como é o caso das comissões intergeracionais em programas comunitários, como os que ocorrem com mais frequência em países como Inglaterra e Alemanha. O tempo dirá sobre a eficácia de tais iniciativas.

 

O ideal é que no futuro, ações dessa natureza não sejam mais tão necessárias, na medida em que recuperarmos o vigor da vida comunitária (se o recuperarmos). As perspectivas desses programas são promissoras, ajudam a aproximar pessoas, diminuindo a desconfiança, a prevenção, o preconceito. Mas é preciso reconhecer que tais programas não são panaceias, pois não têm o poder de revolucionar as relações sociais. É preciso lembrar que as dificuldades do diálogo intergeracional devem ser compreendidas no contexto maior das relações humanas no mundo em que vivemos. Portanto, em última instância, o bom convívio entre pais e filhos, avós e netos, enfim, de velhos e moços dentro e fora de uma família, depende da transformação das estruturas econômicas e de suas superestruturas políticas. Inegavelmente, tal processo de transformação passa pela educação das novas gerações, desde a mais precoce idade.

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Longevidade: como vivem os idosos acima dos 80 (Livro + Correios) 336p

R$ 64,90

 

Este livro traz uma ampla pesquisa sobre como vivem os idosos acima dos 80 anos. De acordo com Vicente Paulo Alves, um dos organizadores da publicação: os octogenários precisavam de uma maior atenção e de pesquisas, esta obra visa dar-lhes toda a atenção.

 

Lucy de Oliveira Gomes, outra organizadora, acrescenta: Face ao crescimento progressivo da parcela mais velha da população brasileira, é necessário que a sociedade desenvolva conhecimento detalhado dessa etapa da vida, de suas necessidades e particularidades para a adoção de medidas adequadas de cuidado. Esse novo cenário nacional exige do Estado a formulação e a implantação de políticas públicas que assistam essa população e, especificamente, de um sistema de saúde que esteja preparado para atender às especificidades dos longevos. Nesses idosos, muitos acometimentos não são passíveis de cura, requerendo medidas que favoreçam a qualidade de vida e o alívio do sofrimento. Dessa forma, sendo o serviço público de saúde o mais utilizado pelos idosos, há necessidade de adequada preparação dos centros de saúde, bem como dos profissionais para enfrentamento e conhecimento das demandas relacionadas ao envelhecimento da população. Para tanto, deverá contar com profissionais que compreendam o processo de envelhecer em todas as suas dimensões (biológica, social, psicológica e espiritual), respeitando a autonomia do idoso longevo.

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Longeviver, Políticas e Mercado (Livro + Correios) 430p

R$ 64,90

Esta coletânea reúne um grupo de pesquisadores com vasta experiência e produção na área da gerontologia social. Longeviver é um tema moderno, na medida em que é estar no meio do ciclone entre visões e sentimentos contraditórios sobre o envelhecer. O alargamento dos anos cronológicos traz novos horizontes para a sociedade e para os sujeitos, é este o amplo debate proposto aqui.

Não podemos mais empurrar a velhice para as margens, porque os velhos desejantes já não se submetem a ser plateia, exigem o protagonismo. Batalhas intergeracionais, latentes e até mesmo instituídas, são hoje mais complexas e incluem mais de duas ou três gerações.

Criar e gerir programas e políticas são prioritário para o enfrentamento desses novos desafios. Para tal, a abordagem multidisciplinar dos docentes-autores é muito bem-vinda e dá subsídios para todos que pretendem acessar áreas como cultura, ambiente, saúde, ética, política e até mesmo o mercado.

Marcia Almeida Batista

Diretora da Faculdade de Ciências Humanas e da Saúde – FACHS/PUCSP

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Narrar é LongeViver: Caminhos da Memória (Livro + Correios) 23×23 Formato Esp. 470p

R$ 74,90

Este livro é fruto das oficinas de narrativas de um dos cursos de maior sucesso da UATI-USP (Universidade Aberta à Terceira Idade), a USP 60+.

São textos belíssimos que resgatam memórias dos alunos da terceira idade, da comunidade, da cidade, do nosso país e do país de origem de alguns participantes (Egito, Espanha, Japão, Portugal etc.). São 25 autores que respondem aos desafios propostos pela professora Cremilda Medina em oficinas muito criativas que você pode replicar na sua casa ou no seu local de trabalho seguindo os exemplos que encontrará no livro, e resgatar lembranças saborosas, profundas e extremamente significativas.

O livro está dividido em oito partes e cada uma delas corresponde a uma oficina. A primeira, Coisas, Ora Coisas, o participante elege um objeto que tenha um significado especial na sua vida e permite que este objeto se torne o sujeito da narrativa e conte sua história de maneira autônoma. Uma arca, um roupão, uma gravata, um carrilhão, um sapatinho, um imã, uma gotinha, uma carta, uma máquina de escrever, um piano, uma palmeira, os oceanos Atlântico e Mediterrâneo. Imaginem o que esses personagens tem para contar… Alguns vem passando de geração para geração, conhecem os segredos mais íntimos dos participantes, pois são testemunhas de uma vida de alegria e sofrimento, choro e riso, dor e prazer.

A segunda parte, Imagem e Imaginação, é fruto de uma oficina na qual a professora sugere aos alunos abrir um álbum antigo de fotos e encontrar uma – das mais antigas -, observar com bastante carinho, imaginar e narrar a cena por trás da imagem. Histórias sentimentais, afetuosas, românticas, calorosas. A memória viaja por caminhos há muito esquecidos e neles encontra e desperta sentimentos muito especiais.

A terceira parte, Geografia e Espaços, leva o idoso a pensar em lugares com um significado muito especial para sua vida como o Parque Ibirapuera, a Praça da Sé, a Vila de São Francisco, a Praça Chão de Giz, uma rua de dois nomes, o Largo de São Francisco, a cidade vista a partir do transporte público, textos que destacam o protagonismo anônimo, com um contexto social e cultural único, você pode fazer o mesmo na sua cidade.

A quarta parte, Tempos, Filigranas, sai de uma oficina mais amena, uma busca na memória de passagens relevantes, momentos marcantes e inesquecíveis.

A quinta parte é uma delícia, Cozinha, Viagens, como não se trata de uma oficina de culinária, a receita aqui não é apenas saborosa, é afetiva, um caldo vindo de Portugal que aqui, adaptado, torna-se melhor, um acarajé, uma torta, um bolo de mel etc., receitas amparadas em histórias maravilhosas.

A sexta parte reflete nossas velhices e buscam respostas para questões que interessam a todos: como os idosos são tratados pela mídia?; velhice e felicidade combinam?; quem são os velhos de hoje? etc.

A sétima é a apresentação dos autores e a oitava são os anexos que resgatam a história das oficinas e dão mais detalhes sobre esse longevo grupo de pesquisa que ano após ano se renova para apresentar ao leitor produções incríveis. Esta, especialmente, irá surpreendê-lo pela profundidade e leveza dos textos, mas, principalmente, pela riqueza de cenas.

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O Cuidador do Idoso em ILPI (Livro + Correios) 252p

R$ 54,90

Esta obra constitui o resultado de uma inquietação construída ao longo de anos de vivência junto a idosos institucionalizados, resultando em transformações significativas na vida da autora. Margherita de Cassia Mizan trabalhou 14 anos em uma ILPI (Instituição de Longa Permanência para Idosos) e segue, como autônoma, atendendo este público fragilizado, totalizando mais de 20 anos de interação com idosos e cuidadores. O livro é baseado na sua dissertação de mestrado, defendida na PUCSP, e na sua experiência prática e teórica como psicóloga e professora convidada das especializações em Gerontologia e Cuidados Paliativos do Hospital Israelita Albert Einstein.

 

O aumento da população idosa trouxe consigo a longevidade e, por conseguinte, necessidades específicas e essenciais para que esta população tenha uma sobrevivência digna. Ficar mais velho, longevo, para alguns indivíduos pode significar a impossibilidade de autogestão, gerando uma dependência frente a terceiros. É possível perceber diferentes velhices que se apresentam, sendo aquela com dependência o ponto central desta obra. As formas de existência com dependência necessitam de dispositivos de apoio que garantam uma existência satisfatória até o perecimento; o cuidador de idosos pode ser considerado um desses dispositivos, assim como as Instituições de Longa Permanência para Idosos – ILPIs.

 

Este trabalho elegeu como cenário a ILPI e, como um de seus atores, o cuidador de idoso. Busca-se, então, explorar a relação que se estabelece entre o idoso e seu cuidador, os aspectos subjetivos desta relação, haja vista ser precisamente este profissional que garante, através dos cuidados básicos, a manutenção de uma vida digna e com qualidade para os idosos que residem em uma ILPI, produzindo uma delicada e essencial relação de cuidado.

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O Envelhecer Diante da Ameaça de Morte e do Desejo de Vida (Livro + Correios) 204p

R$ 54,90

Ao nos vermos diante da morte e ao mesmo tempo desejando a vida, nos deparamos com o silêncio do Divino. Chamamos, mas ninguém responde. É quando nos percebemos finitos, com nossos respectivos prazos de validade prontos para, a qualquer momento, expirar.

 

Luciana Mussi, doutora em Psicologia Social pela PUCSP, apresenta esta reflexão no seu novo livro: O Envelhecer Diante da Ameaça de Morte e do Desejo de Vida: uma reflexão Bergmaniana. O livro mergulha no documentário A Ilha de Bergman, no qual o diretor, Ingmar Bergman, aos 88 anos, revê sua vida e reflete sobre os mais de 60 anos dedicados ao cinema.

 

A autora recorre também às reflexões do filósofo romana Cícero sobre o envelhecer e a trajetória de transformação da deusa grega Deméter para questionar se o remédio para as dores da vida sentidas na velhice particular de cada um seriam suas lembranças.

 

Quem curte cinema, estuda e se preocupa com o envelhecer, encontrará neste livro uma leitura leve, agradável, intimista e profunda, pois o cinema, entre todas as artes, de acordo com o filósofo francês Edgar Morin, é a que mais se aproxima da experiência humana e de suas questões existenciais como vida e morte.

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O Governador do Fim do Mundo (Livro + Correios) 440p

R$ 64,90

Porto Alegre, por trás de sua fundação existe uma grande história de amor e uma luta feroz para expulsar os invasores espanhóis. Sinval Medina, escritor gaúcho, neste romance histórico conta como José Marcelino se sai vitorioso ao fazer de Porto Alegre dos Casais a sede da província – que estava em Viamão desde que os invasores tomaram a capital, Rio Grande – e como expulsa os espanhóis com a ajuda do líder dos tropeiros, o gaúcho Pinto Bandeira.

Em 1765, um jovem capitão de cavalaria vindo de Lisboa chega ao Rio de Janeiro. Na agora capital do Vice Reino (título pertencente, até 1763, a São Salvador da Bahia) ele permanece por alguns dias à espera do que lhe reserva o destino. Teme pelo futuro, já que foi transferido do reino por motivos disciplinares. Ao ser chamado à presença do Vice-Rei Conde da Cunha, representante máximo da Coroa no Brasil, recebe duas notícias, uma boa, outra nem tanto. A boa é que acaba de ser promovido a coronel. A má é que foi nomeado comandante de armas da Capitania de São Pedro do Rio Grande do Sul, que o Vice-Rei define, sem meias palavras, como “o fim do mundo”.

De fato, a rica e despovoada terra de ninguém que se estende da vila da Capitania de Santa Catarina às margens do Rio da Prata, um território três vezes maior do que Portugal continental, continua sendo objeto de disputa entre as coroas ibéricas. A Capitania de São Pedro do Rio Grande, criada em 1760 e diretamente subordinada ao governo central, permanece, em grande parte, ocupada pelos espanhóis. A vila e o porto de Rio Grande, capital do território, está nas mãos dos invasores. O governo foi transferido às pressas para o povoado de Viamão. Com o inimigo às portas, a população vive um clima de pavor. A administração está completamente desorganizada. As defesas se mostram incapazes de resistir a um novo ataque inimigo. Esse é o “fim do mundo” no qual o jovem oficial português vai desempenhar suas novas atribuições.

O governador José Custódio de Sá e Faria, que assumiu a função em 1764, após o desastre do ano anterior quando se deu a invasão, recebe com simpatia o novo colaborador. Juntos começam o hercúleo trabalho de reconquistar a província que ameaça se desprender do Brasil. É nessa perigosa conjuntura que “O Governador do Fim do Mundo” vive suas aventuras e desventuras ao longo de um exílio de quase vinte anos no Brasil.

Tantos são os reveses, sucessos e peripécias que envolvem sua misteriosa trajetória que o homem de carne e osso poderia ser confundido com um personagem de folhetim. Mas seu legado é real e marcante na formação do Rio Grande do Sul. Além da reconquista do território, primeiro como comandante de armas, depois como governador, o oficial português terá papel decisivo na fundação da freguesia de Nossa Senhora da Madre de Deus de Porto Alegre, que se transformaria, durante seu período governativo, na capital da Capitania do Rio Grande de São Pedro.

Capítulo grátis de degustação: https://edicoes.portaldoenvelhecimento.com.br/produto/o-governador-do-fim-do-mundo-degustacao/