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E-book: Vestir com os Desafios do Envelhecimento

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Ao longo de muitos anos, atuando no mundo da moda, me dei conta – não sem espanto – da distância que separa, na atualidade, o envelhecimento e a velhice deste “mundo”. Indagava se os preconceitos, estigmas e a discriminação – tão presentes na sociedade atual, em vários âmbitos da vida daquele que envelhece – estariam ainda presentes entre nós. Perguntava como a relação moda/velhice é concebida pelos que respondem pela moda ou a criam. Foi a busca por respostas a estas indagações que me levou à publicação deste livro.

Na moda temos a reposição dos valores que ainda cultivamos sobre a velhice. Na moda, a velhice é invisível, inexistente. Jovens e adultos ocupam lugares centrais e privilegiados. Para não “cair no ridículo”, quem envelhece deve se pautar pelo “bom senso”, princípio básico que orienta as escolhas e as opções de roupas e acessórios.

A “ausência” da velhice na moda parece se justificar por si mesma; afinal, o envelhecimento da população brasileira é um fenômeno razoavelmente recente, remontando às últimas três décadas do Século XX. Até então, a presença de crianças, jovens e adultos na população brasileira era expressiva.

Este livro foi escrito com base na minha trajetória pessoal, estreitamente ligada à moda. Seguem-se capítulos dedicados à história da vestimenta, sua história no Brasil, à velhice, ao envelhecimento e à minha velhice.

Ebook Alzheimer: O Cotidiano da Doença

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Em meados de 2014, uma filha, então cuidadora de sua mãe diagnosticada com Alzheimer, posta na internet um vídeo em um momento de cuidados com ela. Esse vídeo viraliza, e de repente, muitas pessoas começam a procurá-la solicitando ajuda com seus entes queridos. Surge então o projeto Alzheimer – Minha Mãe Tem ANA´s. ANA´S, em homenagem à Dona Anna Izabel Arnaut, in memorian, e sua filha Ana Heloisa Arnaut, idealizadora do projeto. Este e-book, gratuito e online, é fruto do trabalho voluntário de muitos colaboradores desse projeto que há 7 anos vem contribuindo com famílias, cuidadores e profissionais na psicoeducação e orientação sobre como promover os melhores cuidados em cada momento da doença.

Escrito por várias mãos, carregadas de conhecimento e paixão pelo que fazem, o e-book aborda questões importantes da jornada da doença de Alzheimer, do envelhecimento considerado normal, passando pelo envelhecimento patológico, o diagnóstico da doença e as reflexões que surgem no processo de cuidar, até a terminalidade de vida. Além disso, relata um pouco das histórias de cuidado de alguns dos colaboradores, que também são ou foram cuidadores de seus entes queridos.

Em uma linguagem simples e didática o e-book visa orientar e direcionar as ações de cuidado presentes no contexto da doença de Alzheimer, mostrando que existem possibilidades de acolhimento, tratamento, cuidado, garantindo o respeito e a dignidade da pessoa a ser cuidada.

O e-book “Alzheimer – o cotidiano da doença” foi idealizado com a finalidade de informar, orientar e direcionar as ações de cuidado presentes no contexto da doença de Alzheimer, utilizando uma linguagem simples e objetiva. O e-book não pretende esgotar o assunto, mas, despertar o interesse dos leitores para as várias faces da doença, mostrando que existem possibilidades de acolhimento, tratamento, cuidado, garantindo o respeito e a dignidade da pessoa a ser cuidada.

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Envelhecimento & Cinema – catálogo virtual de filmes contemporâneos com temáticas referentes à velhice e intergeracionalidade

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Antes mesmo das fotografias e dos filmes, as representações das histórias humanas já existiam nas pinturas. A vantagem da projeção da vida é poder vê-la e revê-la quantas vezes quiser. Nos últimos anos vários filmes refletem o prolongamento da vida exigindo redefinição das relações sociais, bem como lugares de expressão dos discursos e dos lugares possíveis de se exercer a cultura da longevidade. Na realidade, os filmes são recursos audiovisuais que viabilizam a percepção crítica sobre a realidade do processo de envelhecimento, possibilitando a contraposição a ideias preconceituosas e vigência de estigmas sobre a velhice em si, o envelhecimento e a pessoa idosa.

A escolha pelo cinema como ferramenta de reflexão e mudança se concretiza neste Catálogo, que objetiva instrumentalizar profissionais de diversas áreas que trabalham com pessoas acima de 60 anos, sugerindo inclusive questões a serem debatidas no interior do grupo. O Catálogo faz uma classificação de filmes contemporâneos norte-americanos, europeus, asiáticos e latino-americanos que trabalham com a temática da velhice e da intergeracionalidade. Um excelente recurso didático, afinal, o cinema não é só entretenimento. Cada vez mais ele vem sendo um ótimo recurso de diversas aprendizagens ao longo da vida por ser facilitador da produção de significados e ampliar a nossa visão sobre a realidade. Trata-se de uma “ferramenta” de análise de situações da vida cotidiana já que os filmes podem auxiliar na compreensão de diferentes experiências vitais, alertando sobre diversos aspectos da vida que envolvem a nossa existência cada vez mais longeva.

E o que tem isso a ver com os desafios que a velhice enfrenta? Ora, tudo! A velhice é um tabu, fingimos que ela não existe mesmo sendo inevitável como condição humana. Fazemos parecer que a renovação fica na direção contrária do envelhecimento, e não à toa; em uma sociedade que se valoriza em demasia o jovem, o velho é excluído da construção do mundo em detrimento da juventude.

É a partir desse lugar que este catálogo, fruto de projetos de iniciação científica do curso de Psicologia da PUC-SP, coordenado pela professora Beltrina Côrte desde 2014, foi pensado. Com o auxílio do cinema latino-americano, norte-americano, europeu e asiático, dividimos os filmes em nove temas principais: amizade e afeto; aposentadoria e trabalho; comunicação intergeracional e/ou transmissão de legado; dependência e/ou institucionalização; dinâmica familiar; envelhecimento e adoecimento; luto e morte; preconceitos, estereótipos e/ou ressignificação de vida; sexualidade e amor. O objetivo aqui é simples, o cinema é o ponto de partida para o “falar sobre”, custoso para quem sofre e necessário à qualquer transformação social e individual.

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Estatuto do Idoso – 4ª Edição (02/2020)

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Edição : 4. ed.
Publicador : Brasília : Senado Federal, Coordenação de Edições Técnicas
Data de publicação : 02/2020
Descrição física : 38 p.
ISBN : 9786556760018 (PDF)
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Isso não é coisa de velho(a)!

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Os estereótipos construídos sobre a velhice são em grande parte negativos, desse modo, quando substituímos a palavra velho por outras que compreendemos ser menos carregadas negativamente, no sentido do que se compreende enquanto velhice, não mudamos a situação do velho na sociedade. Esta condição só poderá ser alterada se mudarmos as atitudes e a visão que temos deste processo, para que não continuemos a gerar velhices excluídas socialmente.

 

Quando compreendemos que o processo de envelhecimento é algo natural e a velhice é mais uma fase da vida, entendemos que como nas outras fases, cada indivíduo apresenta potencialidades e limitações e, com isso, as possibilidades são diversas assim como as velhices são. Somos seres plurais e quando envelhecemos isso não muda, portanto não há como enquadrar as pessoas idosas em padrões de modos de ser por estar velha/o.

 

Ultrapassar esse lugar-comum da velhice, esse padrão que define o que é ou não é coisa de velho ser ou fazer direcionado por imagens e discursos quase sempre limitantes, é de uma ousadia necessária na sociedade em que vivemos, onde a desigualdade social já estipula tantas barreiras.

 

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Livro dos Afetos: Homenagem à Cremilda Medina

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Quem tem o privilégio de fazer uma disciplina com a professora Cremilda Medina, seja na graduação, na pós-graduação ou em um curso extracurricular como os nossos, a possibilidade de uma mudança para melhor beira a 100%. Os depoimentos colhidos a seguir dão conta disso. Dão conta, também, do quanto especial tem sido os encontros realizados nos últimos anos sob o guarda-chuva das oficinas interdisciplinares das Narrativas da Contemporaneidade – Memórias Lúdicas.

Então, ao tomar a decisão de conviver com Cremilda Medina, você deve se preparar para mudar. Mudar para melhor por meio de uma carga de saberes que nunca é demasiada, pois estará sempre de acordo com sua capacidade de recepção (embora a recepção seja sempre um mistério); prepare-se para receber especialmente uma carga de humanização por meio de uma descarga de afeto que impactará seu amanhã. Por isso chamamos nosso livro de depoimentos de Livro dos Afetos.

 

Você pode acessar o e-book clicando neste link:

https://drive.google.com/file/d/1e19TpHQ27Gp019BJbQ9xmMzAp3MWaZW-/view?usp=sharing

Ou pelo nosso próprio site. Como está no nosso site de livros, é só clicar em « comprar » aqui embaixo para realizar o download, mas não se preocupe, o site não pede nenhuma informação de pagamento!

MOVIMENTO VIDAS IDOSAS IMPORTAM RELATÓRIO ANUAL

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Vidas Idosas Importam: relatório anual 2020- 2021

 

Criado em 10 de dezembro de 2020, Dia Internacional dos Direitos Humanos, em meio a uma pandemia que ceifou tantas vidas idosas, o movimento nacional Vidas Idosas Importam completa 1 ano de existência e se constitui justamente em observância à necessidade de possibilitar vez e voz àqueles/as que muitas vezes são negligenciados e silenciados nesta sociedade.

 

O movimento Vidas Idosas Importam tem como a) missão: promover a valorização do envelhecimento e defender a dignidade da pessoa idosa em toda sua diversidade; b) visão: realizar e apoiar mobilizações sociais em prol dos direitos da pessoa idosa para consolidar uma cultura de respeito; e c) objetivo: acolher, valorizar, incluir e defender às múltiplas faces das velhices.

 

Durante esse período, o Movimento ganhou vida, força e reconhecimento, conseguindo reunir em sua rede de ativistas, parceiros e colaboradores um grupo consistente e empenhado na luta pela defesa dos direitos das pessoas idosas em toda sua diversidade.

 

Este portfólio é, portanto, uma apresentação em resumo do trabalho realizado durante este ano, do esforço e dedicação de muitas mentes e mãos, vivências e realidades de lugares diversos do Brasil.

 

E é em agradecimento e dedicação à todas as pessoas envolvidas no Movimento e à cada pessoa idosa que nossas ações puderem alcançar, que apresentamos este produto do nosso trabalho, como gesto concreto de celebrar a luta e a caminhada.

 

Com isso, e a partir desse material, convidamos a conhecer nosso Movimento e fazer parte dele!

 

 

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Narrar é LongeViver: Caminhos da Memória

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Este e-book é fruto das oficinas de narrativas de um dos cursos de maior sucesso da UATI-USP (Universidade Aberta à Terceira Idade), a USP 60+.

São textos belíssimos que resgatam memórias dos alunos da terceira idade, da comunidade, da cidade, do nosso país e do país de origem de alguns participantes (Egito, Espanha, Japão, Portugal etc.). São 25 autores que respondem aos desafios propostos pela professora Cremilda Medina em oficinas muito criativas que você pode replicar na sua casa ou no seu local de trabalho seguindo os exemplos que encontrará no livro, e resgatar lembranças saborosas, profundas e extremamente significativas.

O livro está dividido em oito partes e cada uma delas corresponde a uma oficina. A primeira, Coisas, Ora Coisas, o participante elege um objeto que tenha um significado especial na sua vida e permite que este objeto se torne o sujeito da narrativa e conte sua história de maneira autônoma. Uma arca, um roupão, uma gravata, um carrilhão, um sapatinho, um imã, uma gotinha, uma carta, uma máquina de escrever, um piano, uma palmeira, os oceanos Atlântico e Mediterrâneo. Imaginem o que esses personagens tem para contar… Alguns vem passando de geração para geração, conhecem os segredos mais íntimos dos participantes, pois são testemunhas de uma vida de alegria e sofrimento, choro e riso, dor e prazer.

A segunda parte, Imagem e Imaginação, é fruto de uma oficina na qual a professora sugere aos alunos abrir um álbum antigo de fotos e encontrar uma – das mais antigas -, observar com bastante carinho, imaginar e narrar a cena por trás da imagem. Histórias sentimentais, afetuosas, românticas, calorosas. A memória viaja por caminhos há muito esquecidos e neles encontra e desperta sentimentos muito especiais.

A terceira parte, Geografia e Espaços, leva o idoso a pensar em lugares com um significado muito especial para sua vida como o Parque Ibirapuera, a Praça da Sé, a Vila de São Francisco, a Praça Chão de Giz, uma rua de dois nomes, o Largo de São Francisco, a cidade vista a partir do transporte público, textos que destacam o protagonismo anônimo, com um contexto social e cultural único, você pode fazer o mesmo na sua cidade.

A quarta parte, Tempos, Filigranas, sai de uma oficina mais amena, uma busca na memória de passagens relevantes, momentos marcantes e inesquecíveis.

A quinta parte é uma delícia, Cozinha, Viagens, como não se trata de uma oficina de culinária, a receita aqui não é apenas saborosa, é afetiva, um caldo vindo de Portugal que aqui, adaptado, torna-se melhor, um acarajé, uma torta, um bolo de mel etc., receitas amparadas em histórias maravilhosas.

A sexta parte reflete nossas velhices e buscam respostas para questões que interessam a todos: como os idosos são tratados pela mídia?; velhice e felicidade combinam?; quem são os velhos de hoje? etc.

A sétima é a apresentação dos autores e a oitava são os anexos que resgatam a história das oficinas e dão mais detalhes sobre esse longevo grupo de pesquisa que ano após ano se renova para apresentar ao leitor produções incríveis. Esta, especialmente, irá surpreendê-lo pela profundidade e leveza dos textos, mas, principalmente, pela riqueza de cenas.

O Governador do Fim do Mundo (Degustação)

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Em 1765, um jovem capitão de cavalaria vindo de Lisboa chega ao Rio de Janeiro. Na agora capital do Vice Reino (título pertencente, até 1763, a São Salvador da Bahia) ele permanece por alguns dias à espera do que lhe reserva o destino. Teme pelo futuro, já que foi transferido do reino por motivos disciplinares. Ao ser chamado à presença do Vice-Rei Conde da Cunha, representante máximo da Coroa no Brasil, recebe duas notícias, uma boa, outra nem tanto. A boa é que acaba de ser promovido a coronel. A má é que foi nomeado comandante de armas da Capitania de São Pedro do Rio Grande do Sul, que o Vice-Rei define, sem meias palavras, como “o fim do mundo”.

De fato, a rica e despovoada terra de ninguém que se estende da vila da Capitania de Santa Catarina às margens do Rio da Prata, um território três vezes maior do que Portugal continental, continua sendo objeto de disputa entre as coroas ibéricas. A Capitania de São Pedro do Rio Grande, criada em 1760 e diretamente subordinada ao governo central, permanece, em grande parte, ocupada pelos espanhóis. A vila e o porto de Rio Grande, capital do território, está nas mãos dos invasores. O governo foi transferido às pressas para o povoado de Viamão. Com o inimigo às portas, a população vive um clima de pavor. A administração está completamente desorganizada. As defesas se mostram incapazes de resistir a um novo ataque inimigo. Esse é o “fim do mundo” no qual o jovem oficial português vai desempenhar suas novas atribuições.

O governador José Custódio de Sá e Faria, que assumiu a função em 1764, após o desastre do ano anterior quando se deu a invasão, recebe com simpatia o novo colaborador. Juntos começam o hercúleo trabalho de reconquistar a província que ameaça se desprender do Brasil. É nessa perigosa conjuntura que “O Governador do Fim do Mundo” vive suas aventuras e desventuras ao longo de um exílio de quase vinte anos no Brasil.

Tantos são os reveses, sucessos e peripécias que envolvem sua misteriosa trajetória que o homem de carne e osso poderia ser confundido com um personagem de folhetim. Mas seu legado é real e marcante na formação do Rio Grande do Sul. Além da reconquista do território, primeiro como comandante de armas, depois como governador, o oficial português terá papel decisivo na fundação da freguesia de Nossa Senhora da Madre de Deus de Porto Alegre, que se transformaria, durante seu período governativo, na capital da Capitania do Rio Grande de São Pedro.

Reproposta: para todas as idades (Grátis)

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Vivemos um momento único: hoje existem mais pessoas acima dos 60 anos do que a somatória de todas as pessoas que já atingiram essa idade ao longo da nossa história. E isto é um grande motivo para celebrarmos. Nós ganhamos ao longo das últimas décadas cerca de 20 anos a mais de vida. E para aproveitarmos bem esse tempo adicional teremos que nos programar. Quatro capitais são fundamentais neste processo: vital (saúde); social; financeiro e aprendizado continuado. Dentro desse último pilar insere-se a USP 60+. Desde sua criação (1993), milhares de idosos frequentaram os cursos oferecidos que estão distribuídos em três grandes grupos: disciplinas regulares; complementares didático-culturais e complementares físico-esportivas… Qual a melhor forma de dar voz a este grupo que uma vez já foi denominado “sociedade silenciosa”? Quem melhor para falar das angústias, expectativas, ganhos e perdas que acontecem no processo de envelhecer-viver, senão ele próprio? Assim, a USP 60+ valoriza o idoso na nossa universidade e na nossa sociedade com a publicação do livro digital Reproposta: para todas as idades (organizado por Cremilda Medina e seus alunos do curso Narrativas da Contemporaneidade).

Texto do professor Egídio Lima Dórea extraído da apresentação do E-book Reproposta produzido pelos alunos do curso de Narrativas da professora Cremilda Medina.

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E-book: 30 Oficinas para o Segmento 60+

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Tecendo o chamado de Atena e Aracne: 30 atividades para o segmento 60+

Sônia Fuentes apresenta um livro em forma de Caderno de Atividades contendo 30 oficinas detalhadas para se trabalhar com o público 60+. Enumera todo o material a ser utilizado, orienta o ritual para a ação e os desafios que promoverão alegria, bem-estar, vivacidade, vitalidade, socialização e uma melhora considerável na memória e cognição dos participantes.

Todas as atividades foram testadas com idosos do Centro-Dia “Pasárgada”, alguns com Alzheimer. A experiência envolve jovens do Projeto Quixote que atuaram como agentes socioculturais, ou seja, a autora fez sua pesquisa com dois grupos vulneráveis, idosos e jovens carentes, numa experiência intergeracional na qual atesta que todos crescem com as atividades propostas.

Nas palavras da autora: A preocupação em tecer, criar atividades produtivas às pessoas idosas, me toca profundamente há muitos anos. O envolvimento com esse processo, na pesquisa e práticas com a temática da velhice e do envelhecimento, permitiu-me concretizar o desejo de produzir algo diferenciado, adequado às competências das pessoas idosas.

“A pretensão, vale pontuar, é que esse Caderno de Atividades não esgote outras possibilidades de trabalho com os velhos, que funcione como gatilho para a criação de atividades diferentes, inéditas, que não seja visto como mais um modelo ou cartilha, mas um material que enriqueça o dia a dia do idoso, fazendo-o ganhar interação com profissionais e residentes nas instituições.”

As atividades no formato de Oficinas aqui propostas podem ser adequadas a outros segmentos: crianças, jovens ou adultos. Como a proposta é trabalhar com idosos, oferece-se certo grau de facilidade em seus procedimentos, mas que seriam modificadas conforme o público-alvo, representando sempre novos desafios.

E-book: Alzheimer

R$ 9,90

Em uma linguagem clara e acessível, a autora sugere cuidados psicológicos, cognitivos e emocionais voltados para idosos de uma maneira geral e, especificamente, para familiares e cuidadores que lidam com pessoas com a Doença de Alzheimer.

Este livro é uma ferramenta valiosa para cuidadores e familiares, estudantes e profissionais que atuam no contexto do envelhecimento, e indispensável a todos que desejam conhecer a fundo a Doença de Alzheimer e demências similares. Dividido em duas partes, a primeira mais teórica sobre a doença e outras demências e a segunda com atividades práticas na rotina da pessoa com Doença de Alzheimer e similares.

O processo de envelhecimento é universal e irreversível, pode ocorrer de forma saudável ou patológica, dependendo, em grande parte, dos hábitos adotados por cada sujeito ao longo da vida.

Diante de uma população que envelhece rapidamente e de uma estimativa de vida que aumenta década após década, cresce também o número de patologias relacionadas à velhice em que as alterações das funções do corpo e do processo cognitivo, presentes em doenças neurodegenerativas e progressivas como a Doença de Alzheimer, trazem uma demanda específica de atenção à saúde.