Mostrando 13–24 de 28 resultados

E-book: Vestir com os Desafios do Envelhecimento

R$ 9,90

 

Ao longo de muitos anos, atuando no mundo da moda, me dei conta – não sem espanto – da distância que separa, na atualidade, o envelhecimento e a velhice deste “mundo”. Indagava se os preconceitos, estigmas e a discriminação – tão presentes na sociedade atual, em vários âmbitos da vida daquele que envelhece – estariam ainda presentes entre nós. Perguntava como a relação moda/velhice é concebida pelos que respondem pela moda ou a criam. Foi a busca por respostas a estas indagações que me levou à publicação deste livro.

Na moda temos a reposição dos valores que ainda cultivamos sobre a velhice. Na moda, a velhice é invisível, inexistente. Jovens e adultos ocupam lugares centrais e privilegiados. Para não “cair no ridículo”, quem envelhece deve se pautar pelo “bom senso”, princípio básico que orienta as escolhas e as opções de roupas e acessórios.

A “ausência” da velhice na moda parece se justificar por si mesma; afinal, o envelhecimento da população brasileira é um fenômeno razoavelmente recente, remontando às últimas três décadas do Século XX. Até então, a presença de crianças, jovens e adultos na população brasileira era expressiva.

Este livro foi escrito com base na minha trajetória pessoal, estreitamente ligada à moda. Seguem-se capítulos dedicados à história da vestimenta, sua história no Brasil, à velhice, ao envelhecimento e à minha velhice.

Envelhecimento & Cinema – catálogo virtual de filmes contemporâneos com temáticas referentes à velhice e intergeracionalidade

R$ 0,00

Antes mesmo das fotografias e dos filmes, as representações das histórias humanas já existiam nas pinturas. A vantagem da projeção da vida é poder vê-la e revê-la quantas vezes quiser. Nos últimos anos vários filmes refletem o prolongamento da vida exigindo redefinição das relações sociais, bem como lugares de expressão dos discursos e dos lugares possíveis de se exercer a cultura da longevidade. Na realidade, os filmes são recursos audiovisuais que viabilizam a percepção crítica sobre a realidade do processo de envelhecimento, possibilitando a contraposição a ideias preconceituosas e vigência de estigmas sobre a velhice em si, o envelhecimento e a pessoa idosa.

A escolha pelo cinema como ferramenta de reflexão e mudança se concretiza neste Catálogo, que objetiva instrumentalizar profissionais de diversas áreas que trabalham com pessoas acima de 60 anos, sugerindo inclusive questões a serem debatidas no interior do grupo. O Catálogo faz uma classificação de filmes contemporâneos norte-americanos, europeus, asiáticos e latino-americanos que trabalham com a temática da velhice e da intergeracionalidade. Um excelente recurso didático, afinal, o cinema não é só entretenimento. Cada vez mais ele vem sendo um ótimo recurso de diversas aprendizagens ao longo da vida por ser facilitador da produção de significados e ampliar a nossa visão sobre a realidade. Trata-se de uma “ferramenta” de análise de situações da vida cotidiana já que os filmes podem auxiliar na compreensão de diferentes experiências vitais, alertando sobre diversos aspectos da vida que envolvem a nossa existência cada vez mais longeva.

E o que tem isso a ver com os desafios que a velhice enfrenta? Ora, tudo! A velhice é um tabu, fingimos que ela não existe mesmo sendo inevitável como condição humana. Fazemos parecer que a renovação fica na direção contrária do envelhecimento, e não à toa; em uma sociedade que se valoriza em demasia o jovem, o velho é excluído da construção do mundo em detrimento da juventude.

É a partir desse lugar que este catálogo, fruto de projetos de iniciação científica do curso de Psicologia da PUC-SP, coordenado pela professora Beltrina Côrte desde 2014, foi pensado. Com o auxílio do cinema latino-americano, norte-americano, europeu e asiático, dividimos os filmes em nove temas principais: amizade e afeto; aposentadoria e trabalho; comunicação intergeracional e/ou transmissão de legado; dependência e/ou institucionalização; dinâmica familiar; envelhecimento e adoecimento; luto e morte; preconceitos, estereótipos e/ou ressignificação de vida; sexualidade e amor. O objetivo aqui é simples, o cinema é o ponto de partida para o “falar sobre”, custoso para quem sofre e necessário à qualquer transformação social e individual.

Como está no nosso site de livros, é só clicar em « comprar » aqui embaixo para realizar o download, mas não se preocupe, o site não pede nenhuma informação de pagamento!

Estatuto do Idoso – 4ª Edição (02/2020)

R$ 0,00
Edição : 4. ed.
Publicador : Brasília : Senado Federal, Coordenação de Edições Técnicas
Data de publicação : 02/2020
Descrição física : 38 p.
ISBN : 9786556760018 (PDF)
Como está no nosso site de livros, é só clicar em « comprar » aqui embaixo para realizar o download, mas não se preocupe, o site não pede nenhuma informação de pagamento!

O Governador do Fim do Mundo (Degustação)

R$ 0,00

Em 1765, um jovem capitão de cavalaria vindo de Lisboa chega ao Rio de Janeiro. Na agora capital do Vice Reino (título pertencente, até 1763, a São Salvador da Bahia) ele permanece por alguns dias à espera do que lhe reserva o destino. Teme pelo futuro, já que foi transferido do reino por motivos disciplinares. Ao ser chamado à presença do Vice-Rei Conde da Cunha, representante máximo da Coroa no Brasil, recebe duas notícias, uma boa, outra nem tanto. A boa é que acaba de ser promovido a coronel. A má é que foi nomeado comandante de armas da Capitania de São Pedro do Rio Grande do Sul, que o Vice-Rei define, sem meias palavras, como “o fim do mundo”.

De fato, a rica e despovoada terra de ninguém que se estende da vila da Capitania de Santa Catarina às margens do Rio da Prata, um território três vezes maior do que Portugal continental, continua sendo objeto de disputa entre as coroas ibéricas. A Capitania de São Pedro do Rio Grande, criada em 1760 e diretamente subordinada ao governo central, permanece, em grande parte, ocupada pelos espanhóis. A vila e o porto de Rio Grande, capital do território, está nas mãos dos invasores. O governo foi transferido às pressas para o povoado de Viamão. Com o inimigo às portas, a população vive um clima de pavor. A administração está completamente desorganizada. As defesas se mostram incapazes de resistir a um novo ataque inimigo. Esse é o “fim do mundo” no qual o jovem oficial português vai desempenhar suas novas atribuições.

O governador José Custódio de Sá e Faria, que assumiu a função em 1764, após o desastre do ano anterior quando se deu a invasão, recebe com simpatia o novo colaborador. Juntos começam o hercúleo trabalho de reconquistar a província que ameaça se desprender do Brasil. É nessa perigosa conjuntura que “O Governador do Fim do Mundo” vive suas aventuras e desventuras ao longo de um exílio de quase vinte anos no Brasil.

Tantos são os reveses, sucessos e peripécias que envolvem sua misteriosa trajetória que o homem de carne e osso poderia ser confundido com um personagem de folhetim. Mas seu legado é real e marcante na formação do Rio Grande do Sul. Além da reconquista do território, primeiro como comandante de armas, depois como governador, o oficial português terá papel decisivo na fundação da freguesia de Nossa Senhora da Madre de Deus de Porto Alegre, que se transformaria, durante seu período governativo, na capital da Capitania do Rio Grande de São Pedro.

Reproposta: para todas as idades (Grátis)

R$ 0,00

Vivemos um momento único: hoje existem mais pessoas acima dos 60 anos do que a somatória de todas as pessoas que já atingiram essa idade ao longo da nossa história. E isto é um grande motivo para celebrarmos. Nós ganhamos ao longo das últimas décadas cerca de 20 anos a mais de vida. E para aproveitarmos bem esse tempo adicional teremos que nos programar. Quatro capitais são fundamentais neste processo: vital (saúde); social; financeiro e aprendizado continuado. Dentro desse último pilar insere-se a USP 60+. Desde sua criação (1993), milhares de idosos frequentaram os cursos oferecidos que estão distribuídos em três grandes grupos: disciplinas regulares; complementares didático-culturais e complementares físico-esportivas… Qual a melhor forma de dar voz a este grupo que uma vez já foi denominado “sociedade silenciosa”? Quem melhor para falar das angústias, expectativas, ganhos e perdas que acontecem no processo de envelhecer-viver, senão ele próprio? Assim, a USP 60+ valoriza o idoso na nossa universidade e na nossa sociedade com a publicação do livro digital Reproposta: para todas as idades (organizado por Cremilda Medina e seus alunos do curso Narrativas da Contemporaneidade).

Texto do professor Egídio Lima Dórea extraído da apresentação do E-book Reproposta produzido pelos alunos do curso de Narrativas da professora Cremilda Medina.

Como está no nosso site de livros, é só clicar em « comprar » aqui embaixo para realizar o download, mas não se preocupe, o site não pede nenhuma informação de pagamento!

E-book: 30 Oficinas para o Segmento 60+

R$ 9,90

Tecendo o chamado de Atena e Aracne: 30 atividades para o segmento 60+

Sônia Fuentes apresenta um livro em forma de Caderno de Atividades contendo 30 oficinas detalhadas para se trabalhar com o público 60+. Enumera todo o material a ser utilizado, orienta o ritual para a ação e os desafios que promoverão alegria, bem-estar, vivacidade, vitalidade, socialização e uma melhora considerável na memória e cognição dos participantes.

Todas as atividades foram testadas com idosos do Centro-Dia “Pasárgada”, alguns com Alzheimer. A experiência envolve jovens do Projeto Quixote que atuaram como agentes socioculturais, ou seja, a autora fez sua pesquisa com dois grupos vulneráveis, idosos e jovens carentes, numa experiência intergeracional na qual atesta que todos crescem com as atividades propostas.

Nas palavras da autora: A preocupação em tecer, criar atividades produtivas às pessoas idosas, me toca profundamente há muitos anos. O envolvimento com esse processo, na pesquisa e práticas com a temática da velhice e do envelhecimento, permitiu-me concretizar o desejo de produzir algo diferenciado, adequado às competências das pessoas idosas.

“A pretensão, vale pontuar, é que esse Caderno de Atividades não esgote outras possibilidades de trabalho com os velhos, que funcione como gatilho para a criação de atividades diferentes, inéditas, que não seja visto como mais um modelo ou cartilha, mas um material que enriqueça o dia a dia do idoso, fazendo-o ganhar interação com profissionais e residentes nas instituições.”

As atividades no formato de Oficinas aqui propostas podem ser adequadas a outros segmentos: crianças, jovens ou adultos. Como a proposta é trabalhar com idosos, oferece-se certo grau de facilidade em seus procedimentos, mas que seriam modificadas conforme o público-alvo, representando sempre novos desafios.

E-book: Alzheimer

R$ 9,90

Em uma linguagem clara e acessível, a autora sugere cuidados psicológicos, cognitivos e emocionais voltados para idosos de uma maneira geral e, especificamente, para familiares e cuidadores que lidam com pessoas com a Doença de Alzheimer.

Este livro é uma ferramenta valiosa para cuidadores e familiares, estudantes e profissionais que atuam no contexto do envelhecimento, e indispensável a todos que desejam conhecer a fundo a Doença de Alzheimer e demências similares. Dividido em duas partes, a primeira mais teórica sobre a doença e outras demências e a segunda com atividades práticas na rotina da pessoa com Doença de Alzheimer e similares.

O processo de envelhecimento é universal e irreversível, pode ocorrer de forma saudável ou patológica, dependendo, em grande parte, dos hábitos adotados por cada sujeito ao longo da vida.

Diante de uma população que envelhece rapidamente e de uma estimativa de vida que aumenta década após década, cresce também o número de patologias relacionadas à velhice em que as alterações das funções do corpo e do processo cognitivo, presentes em doenças neurodegenerativas e progressivas como a Doença de Alzheimer, trazem uma demanda específica de atenção à saúde.

E-book: Depressão e Perdão

R$ 9,90

Envelhecer é um desafio, mas envelhecer bem é um desafio ainda maior. Não somos preparados para envelhecer, esperamos ser eternamente jovens e acreditamos piamente que apenas os outros envelhecem. No mundo real não é bem assim, os problemas do dia a dia vêm sobre nós a todo instante e somos confrontados com a nossa realidade, ou seja, com nossos limites. Quando nos damos conta, o tempo passou e a vida muda de sentido.

Vivenciar a experiência do envelhecer é se dar conta que essa jornada começa no momento em que somos concebidos. Neste exato momento tem início o processo do envelhecimento. Por isso, seria importante que durante a nossa infância, adolescência e juventude nos perguntássemos: como trato o idoso que carrego dentro de mim?

Sim, nós não envelheceremos a partir do momento em que completarmos 60 anos de idade (ou 65 nos países desenvolvidos, conforme a Organização Mundial de Saúde – OMS). O processo de envelhecimento é inexorável, irreversível, mas não é uma doença, é próprio da vida, que nos faz crescer se nos permitirmos viver intensamente cada fase. E envelhecer é algo idiossincrático, isto é, próprio de cada indivíduo, não existe uma fórmula que possa ser aplicada a todos.

Este livro apresenta algumas técnicas que podem ser aplicadas a pessoas de qualquer idade, mas sobretudo seriam importantes para as pessoas com mais idade, como no caso da personagem do livro, Maria, que se deixa ajudar e, aos 50 anos, revê seus fantasmas e tira fardos das costas. Faz isso com o intuito de ter uma melhor velhice, mas acreditamos que não é preciso esperar tanto para se conseguir.

E-book: Envelhecer com Fibromialgia

R$ 9,90

A vivência profissional como assistente social e colaboradora do Instituto de Medicina Física e Reabilitação do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, além da trajetória acadêmica e de pesquisadora fortemente associada aos aspectos relacionados ao envelhecimento, levam a autora a questionar, refletir e mergulhar nas profundezas da dor, na tentativa de compreender e apontar saídas para quem sofre com essa doença invisível.

A fibromialgia, uma dor que se instala no corpo e permanece, tem características peculiares. Acomete principalmente mulheres; provoca impacto negativo no cotidiano das pessoas; compromete a capacidade de desenvolver atividades rotineiras e manter relacionamentos saudáveis; e muitas vezes afasta a pessoa do trabalho e a leva ao isolamento.

A autora revela que a dor, qualquer dor, quando não controlada, torna-se crônica e assume a forma de um ente que invade, toma conta do corpo e da alma de forma lenta e insidiosa, transformando o dia a dia de quem a carrega no desafio de Sísifo, aquele que leva sua dor pra cima e pra baixo sem esperança de cura.

E-book: Gerontologia e Transdisciplinaridade

R$ 9,90

Este livro é uma produção internacional (Brasil/Portugal/Espanha) na área da Gerontologia Social.

Vivemos numa época de grande vertigem, a informação é crescente e veloz, estamos na era do conhecimento e a Ciência em muito contribui para isto. Fizemos avanços sociais, educativos e médicos extraordinários, motivados pela ilusão do progresso contínuo e ilimitado.

Após Prometeu roubar o fogo aos deuses, o fogo do saber, acreditamos que tudo é possível. Com Adão e Eva passamos a comer do fruto da árvore do conhecimento, ganhamos a consciência do bem e do mal.

Passamos a domar as forças da natureza, exploramos a exterioridade, mas nos esquecemos do fogo das emoções, nos esquecemos da chama de Héstia, a deusa que ilumina o interior da casa. Recalcamos a sensibilidade e o senso comum, subjugando-os à Razão. E a Razão domina a ação do Homem, esquecida que está da sua gêmea, a Emoção.

O Saber do Todo passa para o conhecimento da Parte, do senso comum passa-se para a Disciplina e da Disciplina para a Ciência.

A Ciência cresceu, especializou-se, ganhou terreno, construiu fronteiras, mas ignorou as pontes com outros saberes. Sem pontes, a Ciência ignora sua história, da qual apenas restam vestígios.

Neste livro procuramos descobrir as pontes e abrir sentidos. Uma ponte de saberes, uma ponte de diálogo em que a história é central. Seguimos o sentido do saber que no seu vai e vem se apresenta plural. Partimos para esta viagem tendo como estrada o envelhecimento e a velhice, e como veículo a Gerontologia.

Nosso mapa é a transdisciplinaridade e o percurso se faz pelo território da vida e do humano.

Ao longo desta viagem faremos várias paradas e descobriremos múltiplas paisagens.

E-book: Habitação e Cidade para o Envelhecimento Digno

R$ 9,90

Este livro é um trabalho coletivo que oferece aos leitores um panorama diversificado, com temáticas que ilustram os desafios relacionados à habitação digna na velhice em meio urbano. Abarca questões inéditas ou pouco presentes na literatura brasileira, tais como cidades acessíveis e caminháveis, moradias assistidas, condomínios, co-lares, centros de acolhida, instituições de longa permanência e centros-dia, sempre em relação à velhice e ao envelhecimento. Engloba reflexões de âmbito mais geral mas, também, estudos específicos sobre determinado bairro ou local. O conjunto da obra ganha relevância no cenário de envelhecimento populacional. Os artigos apresentados conjugam saberes de diversas áreas como Arquitetura, Urbanismo, Direito e Ciências da Saúde, propondo-se a um diálogo no campo da Gerontologia, em vistas à promoção da qualidade de vida e do envelhecimento com dignidade.

Os textos desta coletânea serviram como base para o III Congresso Internacional de Gerontologia promovido pela USP-Leste (EACH) e foram coordenados pelas professoras Maria Luisa T. Bestetti e Bibiana Graeff, professoras da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo (USP), ligadas a graduação e pós-gradução em Gerontologia.

E-book: Labirintos da Memória: quem sou?

R$ 9,90

A origem da palavra Memória remete à mitologia greco-romana e à deusa Mnemósine, personificação da memória ou lembrança, filha do Céu e da Terra, irmã de Cronos – o deus que preside o tempo – e mãe das Musas que com ela regem as artes e todas as formas de expressão, especialmente a poesia.

Vemos, nessa perspectiva, uma articulação importante que permeia e amplia o tema, entre memória, tempo e narrativa, como arte de expressão. Assim, verificamos que desde os tempos mitológicos, passando por filósofos como Platão, Aristóteles, Santo Agostinho entre  outros. Até hoje o tema Memória, e os termos que dele se desdobram, tem sido objeto de reflexão também da filosofia, das religiões e da linguística, como arte narrativa. Se pensarmos no amplo tema – Tempo –, intrinsecamente ligado à Memória, podemos também incluir a física, a história, a antropologia, entre outras ciências.

Se a mitologia explica de forma poética a origem e o significado da memória, se ao longo do tempo a filosofia e outras ciências indagam sobre sua condição e sentido para o Homem, podemos verificar que abordar o tema requer uma ampla abertura do pensamento em uma perspectiva interdisciplinar. É o que este livro faz.