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E-book: Intergeracionalidade – Cartas na Mesa

R$ 9,99

 

Atividades, projetos e programas intergeracionais têm se multiplicado dentro e fora do Brasil desde os anos 90. Partem da percepção que a aproximação de velhos e jovens pode se constituir como resposta ao distanciamento, ou até mesmo aos conflitos, entre gerações. Comumente compostas por atividades lúdicas e culturais, essas ações são voltadas para a coeducação e a solidariedade etária, mas também podem ocorrer em trabalhos voluntários e militantes, adquirindo mais fortemente um caráter político. Nesse caso, podemos ter gerações trabalhando ombro a ombro em prol da comunidade, como é o caso das comissões intergeracionais em programas comunitários, como os que ocorrem com mais frequência em países como Inglaterra e Alemanha. O tempo dirá sobre a eficácia de tais iniciativas.

O ideal é que no futuro, ações dessa natureza não sejam mais tão necessárias, na medida em que recuperarmos o vigor da vida comunitária (se o recuperarmos). As perspectivas desses programas são promissoras, ajudam a aproximar pessoas, diminuindo a desconfiança, a prevenção, o preconceito. Mas é preciso reconhecer que tais programas não são panaceias, pois não têm o poder de revolucionar as relações sociais. É preciso lembrar que as dificuldades do diálogo intergeracional devem ser compreendidas no contexto maior das relações humanas no mundo em que vivemos. Portanto, em última instância, o bom convívio entre pais e filhos, avós e netos, enfim, de velhos e moços dentro e fora de uma família, depende da transformação das estruturas econômicas e de suas superestruturas políticas. Inegavelmente, tal processo de transformação passa pela educação das novas gerações, desde a mais precoce idade.

E-book: O Cuidador do Idoso em ILPI

R$ 9,90

Esta obra constitui o resultado de uma inquietação construída ao longo de anos de vivência junto a idosos institucionalizados, resultando em transformações significativas na vida da autora. Margherita de Cassia Mizan trabalhou 14 anos em uma ILPI (Instituição de Longa Permanência para Idosos) e segue, como autônoma, atendendo este público fragilizado, totalizando mais de 20 anos de interação com idosos e cuidadores.

 

Este livro é resultado da sua dissertação de mestrado, defendida na PUCSP, e da sua experiência prática e teórica como psicóloga e professora convidada das especializações em Gerontologia e Cuidados Paliativos do Hospital Israelita Albert Einstein.

 

O aumento da população idosa trouxe consigo a longevidade e, por conseguinte, necessidades específicas e essenciais para que esta população tenha uma sobrevivência digna. Ficar mais velho, longevo, para alguns indivíduos pode significar a impossibilidade de autogestão, gerando uma dependência frente a terceiros. É possível perceber diferentes velhices que se apresentam, sendo aquela com dependência o ponto central deste livro. As formas de existência com dependência necessitam de dispositivos de apoio que garantam uma existência satisfatória até o perecimento; o cuidador de idosos pode ser considerado um desses dispositivos, assim como as Instituições de Longa Permanência para Idosos – ILPIs.

 

Este trabalho elegeu como cenário a ILPI e, como um de seus atores, o cuidador de idoso. Busca-se, então, explorar a relação que se estabelece entre o idoso e seu cuidador, os aspectos subjetivos desta relação, haja vista ser precisamente este profissional que garante, através dos cuidados básicos, a manutenção de uma vida digna e com qualidade para os idosos que residem em uma ILPI, produzindo uma delicada e essencial relação de cuidado.

E-book: O Envelhecer Diante da Ameaça de Morte e do Desejo de Vida

R$ 9,90

Ao nos vermos diante da morte e ao mesmo tempo desejando a vida, nos deparamos com o silêncio do Divino. Chamamos, mas ninguém responde. É quando nos percebemos finitos, com nossos respectivos prazos de validade prontos para, a qualquer momento, expirar.

Luciana Mussi, doutora em Psicologia Social pela PUCSP, apresenta esta reflexão no seu novo livro: O Envelhecer Diante da Ameaça de Morte e do Desejo de Vida: uma reflexão Bergmaniana.

O livro mergulha no documentário A Ilha de Bergman, no qual o diretor, Ingmar Bergman, aos 88 anos, revê sua vida e reflete sobre os mais de 60 anos dedicados ao cinema.

A autora recorre também às reflexões do filósofo romana Cícero sobre o envelhecer e a trajetória de transformação da deusa grega Deméter para questionar se o remédio para as dores da vida sentidas na velhice particular de cada um seriam suas lembranças.

Quem curte cinema, estuda e se preocupa com o envelhecer, encontrará neste livro uma leitura leve, agradável, intimista e profunda, pois o cinema, entre todas as artes, de acordo com o filósofo francês Edgar Morin, é a que mais se aproxima da experiência humana e de suas questões existenciais como vida e morte.

E-book: Vestir com os Desafios do Envelhecimento

R$ 9,90

 

Ao longo de muitos anos, atuando no mundo da moda, me dei conta – não sem espanto – da distância que separa, na atualidade, o envelhecimento e a velhice deste “mundo”. Indagava se os preconceitos, estigmas e a discriminação – tão presentes na sociedade atual, em vários âmbitos da vida daquele que envelhece – estariam ainda presentes entre nós. Perguntava como a relação moda/velhice é concebida pelos que respondem pela moda ou a criam. Foi a busca por respostas a estas indagações que me levou à publicação deste livro.

Na moda temos a reposição dos valores que ainda cultivamos sobre a velhice. Na moda, a velhice é invisível, inexistente. Jovens e adultos ocupam lugares centrais e privilegiados. Para não “cair no ridículo”, quem envelhece deve se pautar pelo “bom senso”, princípio básico que orienta as escolhas e as opções de roupas e acessórios.

A “ausência” da velhice na moda parece se justificar por si mesma; afinal, o envelhecimento da população brasileira é um fenômeno razoavelmente recente, remontando às últimas três décadas do Século XX. Até então, a presença de crianças, jovens e adultos na população brasileira era expressiva.

Este livro foi escrito com base na minha trajetória pessoal, estreitamente ligada à moda. Seguem-se capítulos dedicados à história da vestimenta, sua história no Brasil, à velhice, ao envelhecimento e à minha velhice.

Envelhecimento & Cinema – catálogo virtual de filmes contemporâneos com temáticas referentes à velhice e intergeracionalidade

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Antes mesmo das fotografias e dos filmes, as representações das histórias humanas já existiam nas pinturas. A vantagem da projeção da vida é poder vê-la e revê-la quantas vezes quiser. Nos últimos anos vários filmes refletem o prolongamento da vida exigindo redefinição das relações sociais, bem como lugares de expressão dos discursos e dos lugares possíveis de se exercer a cultura da longevidade. Na realidade, os filmes são recursos audiovisuais que viabilizam a percepção crítica sobre a realidade do processo de envelhecimento, possibilitando a contraposição a ideias preconceituosas e vigência de estigmas sobre a velhice em si, o envelhecimento e a pessoa idosa.

A escolha pelo cinema como ferramenta de reflexão e mudança se concretiza neste Catálogo, que objetiva instrumentalizar profissionais de diversas áreas que trabalham com pessoas acima de 60 anos, sugerindo inclusive questões a serem debatidas no interior do grupo. O Catálogo faz uma classificação de filmes contemporâneos norte-americanos, europeus, asiáticos e latino-americanos que trabalham com a temática da velhice e da intergeracionalidade. Um excelente recurso didático, afinal, o cinema não é só entretenimento. Cada vez mais ele vem sendo um ótimo recurso de diversas aprendizagens ao longo da vida por ser facilitador da produção de significados e ampliar a nossa visão sobre a realidade. Trata-se de uma “ferramenta” de análise de situações da vida cotidiana já que os filmes podem auxiliar na compreensão de diferentes experiências vitais, alertando sobre diversos aspectos da vida que envolvem a nossa existência cada vez mais longeva.

E o que tem isso a ver com os desafios que a velhice enfrenta? Ora, tudo! A velhice é um tabu, fingimos que ela não existe mesmo sendo inevitável como condição humana. Fazemos parecer que a renovação fica na direção contrária do envelhecimento, e não à toa; em uma sociedade que se valoriza em demasia o jovem, o velho é excluído da construção do mundo em detrimento da juventude.

É a partir desse lugar que este catálogo, fruto de projetos de iniciação científica do curso de Psicologia da PUC-SP, coordenado pela professora Beltrina Côrte desde 2014, foi pensado. Com o auxílio do cinema latino-americano, norte-americano, europeu e asiático, dividimos os filmes em nove temas principais: amizade e afeto; aposentadoria e trabalho; comunicação intergeracional e/ou transmissão de legado; dependência e/ou institucionalização; dinâmica familiar; envelhecimento e adoecimento; luto e morte; preconceitos, estereótipos e/ou ressignificação de vida; sexualidade e amor. O objetivo aqui é simples, o cinema é o ponto de partida para o “falar sobre”, custoso para quem sofre e necessário à qualquer transformação social e individual.

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Estatuto do Idoso – 4ª Edição (02/2020)

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Edição : 4. ed.
Publicador : Brasília : Senado Federal, Coordenação de Edições Técnicas
Data de publicação : 02/2020
Descrição física : 38 p.
ISBN : 9786556760018 (PDF)
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Narrar é LongeViver: Caminhos da Memória

R$ 0,00

Este e-book é fruto das oficinas de narrativas de um dos cursos de maior sucesso da UATI-USP (Universidade Aberta à Terceira Idade), a USP 60+.

São textos belíssimos que resgatam memórias dos alunos da terceira idade, da comunidade, da cidade, do nosso país e do país de origem de alguns participantes (Egito, Espanha, Japão, Portugal etc.). São 25 autores que respondem aos desafios propostos pela professora Cremilda Medina em oficinas muito criativas que você pode replicar na sua casa ou no seu local de trabalho seguindo os exemplos que encontrará no livro, e resgatar lembranças saborosas, profundas e extremamente significativas.

O livro está dividido em oito partes e cada uma delas corresponde a uma oficina. A primeira, Coisas, Ora Coisas, o participante elege um objeto que tenha um significado especial na sua vida e permite que este objeto se torne o sujeito da narrativa e conte sua história de maneira autônoma. Uma arca, um roupão, uma gravata, um carrilhão, um sapatinho, um imã, uma gotinha, uma carta, uma máquina de escrever, um piano, uma palmeira, os oceanos Atlântico e Mediterrâneo. Imaginem o que esses personagens tem para contar… Alguns vem passando de geração para geração, conhecem os segredos mais íntimos dos participantes, pois são testemunhas de uma vida de alegria e sofrimento, choro e riso, dor e prazer.

A segunda parte, Imagem e Imaginação, é fruto de uma oficina na qual a professora sugere aos alunos abrir um álbum antigo de fotos e encontrar uma – das mais antigas -, observar com bastante carinho, imaginar e narrar a cena por trás da imagem. Histórias sentimentais, afetuosas, românticas, calorosas. A memória viaja por caminhos há muito esquecidos e neles encontra e desperta sentimentos muito especiais.

A terceira parte, Geografia e Espaços, leva o idoso a pensar em lugares com um significado muito especial para sua vida como o Parque Ibirapuera, a Praça da Sé, a Vila de São Francisco, a Praça Chão de Giz, uma rua de dois nomes, o Largo de São Francisco, a cidade vista a partir do transporte público, textos que destacam o protagonismo anônimo, com um contexto social e cultural único, você pode fazer o mesmo na sua cidade.

A quarta parte, Tempos, Filigranas, sai de uma oficina mais amena, uma busca na memória de passagens relevantes, momentos marcantes e inesquecíveis.

A quinta parte é uma delícia, Cozinha, Viagens, como não se trata de uma oficina de culinária, a receita aqui não é apenas saborosa, é afetiva, um caldo vindo de Portugal que aqui, adaptado, torna-se melhor, um acarajé, uma torta, um bolo de mel etc., receitas amparadas em histórias maravilhosas.

A sexta parte reflete nossas velhices e buscam respostas para questões que interessam a todos: como os idosos são tratados pela mídia?; velhice e felicidade combinam?; quem são os velhos de hoje? etc.

A sétima é a apresentação dos autores e a oitava são os anexos que resgatam a história das oficinas e dão mais detalhes sobre esse longevo grupo de pesquisa que ano após ano se renova para apresentar ao leitor produções incríveis. Esta, especialmente, irá surpreendê-lo pela profundidade e leveza dos textos, mas, principalmente, pela riqueza de cenas.

O Governador do Fim do Mundo (Degustação)

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Em 1765, um jovem capitão de cavalaria vindo de Lisboa chega ao Rio de Janeiro. Na agora capital do Vice Reino (título pertencente, até 1763, a São Salvador da Bahia) ele permanece por alguns dias à espera do que lhe reserva o destino. Teme pelo futuro, já que foi transferido do reino por motivos disciplinares. Ao ser chamado à presença do Vice-Rei Conde da Cunha, representante máximo da Coroa no Brasil, recebe duas notícias, uma boa, outra nem tanto. A boa é que acaba de ser promovido a coronel. A má é que foi nomeado comandante de armas da Capitania de São Pedro do Rio Grande do Sul, que o Vice-Rei define, sem meias palavras, como “o fim do mundo”.

De fato, a rica e despovoada terra de ninguém que se estende da vila da Capitania de Santa Catarina às margens do Rio da Prata, um território três vezes maior do que Portugal continental, continua sendo objeto de disputa entre as coroas ibéricas. A Capitania de São Pedro do Rio Grande, criada em 1760 e diretamente subordinada ao governo central, permanece, em grande parte, ocupada pelos espanhóis. A vila e o porto de Rio Grande, capital do território, está nas mãos dos invasores. O governo foi transferido às pressas para o povoado de Viamão. Com o inimigo às portas, a população vive um clima de pavor. A administração está completamente desorganizada. As defesas se mostram incapazes de resistir a um novo ataque inimigo. Esse é o “fim do mundo” no qual o jovem oficial português vai desempenhar suas novas atribuições.

O governador José Custódio de Sá e Faria, que assumiu a função em 1764, após o desastre do ano anterior quando se deu a invasão, recebe com simpatia o novo colaborador. Juntos começam o hercúleo trabalho de reconquistar a província que ameaça se desprender do Brasil. É nessa perigosa conjuntura que “O Governador do Fim do Mundo” vive suas aventuras e desventuras ao longo de um exílio de quase vinte anos no Brasil.

Tantos são os reveses, sucessos e peripécias que envolvem sua misteriosa trajetória que o homem de carne e osso poderia ser confundido com um personagem de folhetim. Mas seu legado é real e marcante na formação do Rio Grande do Sul. Além da reconquista do território, primeiro como comandante de armas, depois como governador, o oficial português terá papel decisivo na fundação da freguesia de Nossa Senhora da Madre de Deus de Porto Alegre, que se transformaria, durante seu período governativo, na capital da Capitania do Rio Grande de São Pedro.

Reproposta: para todas as idades (Grátis)

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Vivemos um momento único: hoje existem mais pessoas acima dos 60 anos do que a somatória de todas as pessoas que já atingiram essa idade ao longo da nossa história. E isto é um grande motivo para celebrarmos. Nós ganhamos ao longo das últimas décadas cerca de 20 anos a mais de vida. E para aproveitarmos bem esse tempo adicional teremos que nos programar. Quatro capitais são fundamentais neste processo: vital (saúde); social; financeiro e aprendizado continuado. Dentro desse último pilar insere-se a USP 60+. Desde sua criação (1993), milhares de idosos frequentaram os cursos oferecidos que estão distribuídos em três grandes grupos: disciplinas regulares; complementares didático-culturais e complementares físico-esportivas… Qual a melhor forma de dar voz a este grupo que uma vez já foi denominado “sociedade silenciosa”? Quem melhor para falar das angústias, expectativas, ganhos e perdas que acontecem no processo de envelhecer-viver, senão ele próprio? Assim, a USP 60+ valoriza o idoso na nossa universidade e na nossa sociedade com a publicação do livro digital Reproposta: para todas as idades (organizado por Cremilda Medina e seus alunos do curso Narrativas da Contemporaneidade).

Texto do professor Egídio Lima Dórea extraído da apresentação do E-book Reproposta produzido pelos alunos do curso de Narrativas da professora Cremilda Medina.

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E-book: 30 Oficinas para o Segmento 60+

R$ 9,90

Tecendo o chamado de Atena e Aracne: 30 atividades para o segmento 60+

Sônia Fuentes apresenta um livro em forma de Caderno de Atividades contendo 30 oficinas detalhadas para se trabalhar com o público 60+. Enumera todo o material a ser utilizado, orienta o ritual para a ação e os desafios que promoverão alegria, bem-estar, vivacidade, vitalidade, socialização e uma melhora considerável na memória e cognição dos participantes.

Todas as atividades foram testadas com idosos do Centro-Dia “Pasárgada”, alguns com Alzheimer. A experiência envolve jovens do Projeto Quixote que atuaram como agentes socioculturais, ou seja, a autora fez sua pesquisa com dois grupos vulneráveis, idosos e jovens carentes, numa experiência intergeracional na qual atesta que todos crescem com as atividades propostas.

Nas palavras da autora: A preocupação em tecer, criar atividades produtivas às pessoas idosas, me toca profundamente há muitos anos. O envolvimento com esse processo, na pesquisa e práticas com a temática da velhice e do envelhecimento, permitiu-me concretizar o desejo de produzir algo diferenciado, adequado às competências das pessoas idosas.

“A pretensão, vale pontuar, é que esse Caderno de Atividades não esgote outras possibilidades de trabalho com os velhos, que funcione como gatilho para a criação de atividades diferentes, inéditas, que não seja visto como mais um modelo ou cartilha, mas um material que enriqueça o dia a dia do idoso, fazendo-o ganhar interação com profissionais e residentes nas instituições.”

As atividades no formato de Oficinas aqui propostas podem ser adequadas a outros segmentos: crianças, jovens ou adultos. Como a proposta é trabalhar com idosos, oferece-se certo grau de facilidade em seus procedimentos, mas que seriam modificadas conforme o público-alvo, representando sempre novos desafios.

E-book: Alzheimer

R$ 9,90

Em uma linguagem clara e acessível, a autora sugere cuidados psicológicos, cognitivos e emocionais voltados para idosos de uma maneira geral e, especificamente, para familiares e cuidadores que lidam com pessoas com a Doença de Alzheimer.

Este livro é uma ferramenta valiosa para cuidadores e familiares, estudantes e profissionais que atuam no contexto do envelhecimento, e indispensável a todos que desejam conhecer a fundo a Doença de Alzheimer e demências similares. Dividido em duas partes, a primeira mais teórica sobre a doença e outras demências e a segunda com atividades práticas na rotina da pessoa com Doença de Alzheimer e similares.

O processo de envelhecimento é universal e irreversível, pode ocorrer de forma saudável ou patológica, dependendo, em grande parte, dos hábitos adotados por cada sujeito ao longo da vida.

Diante de uma população que envelhece rapidamente e de uma estimativa de vida que aumenta década após década, cresce também o número de patologias relacionadas à velhice em que as alterações das funções do corpo e do processo cognitivo, presentes em doenças neurodegenerativas e progressivas como a Doença de Alzheimer, trazem uma demanda específica de atenção à saúde.

E-book: Depressão e Perdão

R$ 9,90

Envelhecer é um desafio, mas envelhecer bem é um desafio ainda maior. Não somos preparados para envelhecer, esperamos ser eternamente jovens e acreditamos piamente que apenas os outros envelhecem. No mundo real não é bem assim, os problemas do dia a dia vêm sobre nós a todo instante e somos confrontados com a nossa realidade, ou seja, com nossos limites. Quando nos damos conta, o tempo passou e a vida muda de sentido.

Vivenciar a experiência do envelhecer é se dar conta que essa jornada começa no momento em que somos concebidos. Neste exato momento tem início o processo do envelhecimento. Por isso, seria importante que durante a nossa infância, adolescência e juventude nos perguntássemos: como trato o idoso que carrego dentro de mim?

Sim, nós não envelheceremos a partir do momento em que completarmos 60 anos de idade (ou 65 nos países desenvolvidos, conforme a Organização Mundial de Saúde – OMS). O processo de envelhecimento é inexorável, irreversível, mas não é uma doença, é próprio da vida, que nos faz crescer se nos permitirmos viver intensamente cada fase. E envelhecer é algo idiossincrático, isto é, próprio de cada indivíduo, não existe uma fórmula que possa ser aplicada a todos.

Este livro apresenta algumas técnicas que podem ser aplicadas a pessoas de qualquer idade, mas sobretudo seriam importantes para as pessoas com mais idade, como no caso da personagem do livro, Maria, que se deixa ajudar e, aos 50 anos, revê seus fantasmas e tira fardos das costas. Faz isso com o intuito de ter uma melhor velhice, mas acreditamos que não é preciso esperar tanto para se conseguir.